11:32 26 Junho 2019
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    O que torna os sul-americanos mais interessados na obtenção de bitcoins?

    CC BY-SA 2.0 / Antana / Antana
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    A maior diferença entre os europeus e os sul-americanos em relação aos bitcoins é que os europeus precisam de um motivo para comprar criptomoedas, enquanto que os sul-americanos estão mais interessados em saber como obtê-las.

    Essa é a principal diferença apontada por um dos integrantes da organização mundial Blockchain for Humanity (ou b4H), Ivan Kaleja, enfatizando que essa é uma grande diferença.

    Ivan Kaleja também aderiu ao projeto La Bitcoineta, que tem o objetivo de transmitir informações sobre o criptoativo. Além disso, ele ressalta que os europeus estão profundamente imersos no sistema bancário, enquanto que os sul-americanos não possuem essa característica.

    Com isso, ele acredita haver uma oportunidade para eles "ingressarem em um método de inclusão financeira" como as criptomoedas, e é por isso que ele viaja compartilhando a experiência da empresa que representa.

    "Blockchain for Humanity é uma fundação global com o propósito de colaborar com os projetos que, com a utilização da tecnologia blockchain, gerarão algum impacto social positivo", afirmou Ivan Kaleja.

    Segundo ele, a diferença entre sua organização e qualquer outra receptora de doações é que a pessoa que está doando sabe exatamente para onde seu dinheiro está indo, e isso acontece graças ao sistema blockchain, destacando que os doadores podem optar que sua doação vá para um ponto concreto de recolha.

    Sendo assim, o doador pode efetuar uma doação diretamente à comunidade, podendo fazer um uso específico do dinheiro, e esse dinheiro será utilizado apenas no momento em que o objetivo pontual for cumprido.

    Para exemplificar, Kaleja citou a hipotética situação em que existe uma organização que busca fundos para a educação na África, então, o contribuinte pode participar através de um objetivo, que no caso pode ser a compra de mesas para as salas de aula. Assim, o contribuinte poderá colaborar especificamente para esse objetivo, ou seja, os ativos seriam arrecadados apenas para a compra de mesas.

    No próximo mês, os projetos ganharão muito mais que dinheiro, pois receberão competências constantes da fundação, além de serem vinculados com o mundo das criptomoedas.

    Com o projeto La Bitcoineta, Kaleja espera transmitir toda sua experiência, instruindo os cidadãos sobre os criptoativos e suas possíveis vantagens.

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    Tags:
    finanças, Bitcoin, moeda virtual, criptomoeda, América do Sul
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