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Venezuela expressa apoio à África do Sul em denúncia contra Israel por 'atos genocidas' em Gaza

© OMS/ReproduçãoPopulação desabrigada em meio a abrigos improvisados na Faixa de Gaza
População desabrigada em meio a abrigos improvisados na Faixa de Gaza - Sputnik Brasil, 1920, 09.01.2024
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A Venezuela expressou seu apoio à África do Sul nesta terça-feira (9) em relação à denúncia apresentada contra Israel por supostos "atos genocidas" na Faixa de Gaza, perante a Corte Internacional de Justiça (CIJ) em Haia.
O governo venezuelano elogiou a iniciativa histórica da África do Sul, destacando a ação movida em 29 de dezembro de 2023, e ressaltou as violações das obrigações israelenses nos termos da Convenção para a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio.
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O Ministério das Relações Exteriores da Venezuela divulgou um comunicado à imprensa, no qual declarou:

"A República Bolivariana da Venezuela aplaude a ação histórica movida pela República da África do Sul contra o Estado de Israel perante a Corte Internacional de Justiça [CIJ] em 29 de dezembro de 2023, em relação às violações desse país de suas obrigações nos termos da Convenção para a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio."

Além disso, Caracas instou a comunidade internacional a apoiar a iniciativa da África do Sul, fazendo um apelo urgente para que vida e a dignidade humana sejam respeitadas.
A ação judicial do país sul-africano afirma ainda que as ações e omissões de Israel constituem um "genocídio, pois são cometidas com a intenção específica de eliminar os palestinos da Faixa de Gaza" e pede que o tribunal exija que Israel cumpra os seus compromissos.

O conflito

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De 24 de novembro a 1º de dezembro, durante uma trégua humanitária acordada entre Israel e o Hamas, 80 reféns israelenses que estavam sob poder do movimento, na sua maioria mulheres e crianças, foram trocados por 240 prisioneiros palestinos. Também foram libertados 30 estrangeiros, a maioria tailandeses que viviam em Israel. Cerca de 130 reféns ainda estão sendo mantidos em cativeiro em Gaza.
Com o fim da trégua, as operações de guerra foram retomadas e o fluxo de ajuda humanitária que chegava ao sul do enclave palestino proveniente do Egito foi reduzido a um quinto do que Gaza recebia antes da guerra, segundo a ONU.
O enclave passa por uma crise humanitária muito grave, na qual dezenas de milhares de pessoas se encontram sem água potável e acesso a comida. Cerca de 85% da população de Gaza, 2,3 milhões de pessoas, tiveram de fugir de casa por culpa da guerra.
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