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Membros da UE estão divididos sobre adesão acelerada da Ucrânia ao bloco, diz mídia

© AP PhotoNesta imagem fornecida pelo Gabinete de Imprensa Presidencial ucraniano, o Presidente ucraniano Vladimir Zelensky apresenta ao chefe da Delegação da União Europeia (UE) na Ucrânia, Matti Maasikas, o conjunto de dois volumes das respostas da Ucrânia ao questionário da união, o primeiro passo na sua campanha para obter adesão acelerada à UE, em Kiev, Ucrânia, 18 de abril de 2022
Nesta imagem fornecida pelo Gabinete de Imprensa Presidencial ucraniano, o Presidente ucraniano Vladimir Zelensky apresenta ao chefe da Delegação da União Europeia (UE) na Ucrânia, Matti Maasikas, o conjunto de dois volumes das respostas da Ucrânia ao questionário da união, o primeiro passo na sua campanha para obter adesão acelerada à UE, em Kiev, Ucrânia, 18 de abril de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 31.01.2023
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Os países-membros da União Europeia (UE) continuam divididos sobre a viabilidade de acelerar a ascensão da Ucrânia ao bloco, o que torna sua adesão improvável em um futuro próximo, informou o site de notícias europeu nesta terça-feira (31), citando fontes.
O portal, que cobre notícias da UE, citou um rascunho do comunicado de consultas entre a UE e os diplomatas ucranianos, que devem ocorrer ainda esta semana.
Apesar de o documento elogiar o "progresso considerável" feito pela Ucrânia e dizer que "o futuro da Ucrânia e de seus cidadãos está dentro da União Europeia", ao mesmo tempo em que destaca a determinação do bloco de "apoiar a maior integração europeia da Ucrânia", nem todos os Estados-membros estão satisfeitos com a estrutura do comunicado, disse o site.
A mídia especificou que a Polônia e os países bálticos defenderam uma redação mais positiva que poderia sugerir que a adesão da Ucrânia à UE poderia ser acelerada.

"O que esperamos da cúpula é encorajamento para a Ucrânia e uma avaliação clara do progresso que eles fizeram. Embora seja apenas uma declaração, as palavras importam, e é por isso que estamos pressionando por uma versão mais encorajadora do texto", disse um diplomata da um país do leste europeu ao site.

Estados-membros maiores, no entanto, não desejam a adesão antecipada de Kiev ao bloco, de acordo com os relatos do portal.

"Um bom número de grandes Estados-membros não aceitará uma linguagem muito positiva — até porque a linguagem acordada não tem mais de um mês, então ninguém está pronto para reabrir uma discussão difícil que acabamos de concluir", disse outro diplomata da UE à agência de notícias.

Vários diplomatas da UE acrescentaram que "reação" pode ser "esperada da França, Alemanha, Espanha, Países Baixos, Portugal, Dinamarca e Bélgica", conforme citado pela matéria. Eles podem não aceitar linguagem que pareça tolerar "a antecipação das etapas normais do processo de adesão", uma vez que a avaliação formal do progresso de Kiev ainda não foi feita.
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Na segunda-feira, o primeiro-ministro ucraniano, Denys Shmyhal, disse à mídia norte-americana que a Ucrânia espera ingressar na UE nos próximos dois anos. O jornal disse que poucos no bloco consideram esse plano realista.
O presidente ucraniano Vladimir Zelensky assinou um pedido de adesão da Ucrânia à UE no dia 28 de fevereiro de 2022, quatro dias depois que a Rússia lançou sua operação militar especial. No dia 23 de junho, os chefes de Estado da UE aprovaram o status de candidato para a Ucrânia e a Moldávia. Para iniciar as negociações de adesão, os países precisam cumprir uma série de condições, incluindo reformas.
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