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Caso Ocidente rejeite petróleo russo, preços podem atingir US$ 500 por barril, diz vice-premiê russo

© REUTERS / Brendan McDermidÓleo jorra de um jorro do poço original de Edwin Drake, de 1859, que lançou a indústria de petróleo moderna no Drake Well Museum and Park em Titusville, Pensilvânia, EUA, 5 de outubro de 2017
Óleo jorra de um jorro do poço original de Edwin Drake, de 1859, que lançou a indústria de petróleo moderna no Drake Well Museum and Park em Titusville, Pensilvânia, EUA, 5 de outubro de 2017 - Sputnik Brasil, 1920, 21.03.2022
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Conforme declarou hoje (21) o vice-primeiro-ministro russo, Aleksandr Novak, os preços do petróleo podem atingir até US$ 300 (R$ 1.507) por barril em caso de rejeição do óleo russo pelo Ocidente.
Alguns especialistas preveem uma alta nos preços até US$ 500 (R$ 2.512).
Ao mesmo tempo, o impacto da decisão dos EUA e Reino Unido de bloquear as importações de petróleo russo e seus derivados não foi significativo, uma vez que as entregas eram pequenas, afirmou ele.
"Os EUA e o Reino Unido decidiram rejeitar os recursos energéticos russos [...] Isso nos afetou muito pouco, pois fornecíamos muito pouco para eles [...] Quanto aos EUA, nós fornecíamos 3% de todo nosso petróleo exportado e 7% de derivados de petróleo", afirmou o vice-premiê russo.
Em 8 de março, Washington anunciou a imposição de embargo à importação de petróleo, uma série de seus derivados, gás natural liquefeito e carvão a partir da Rússia. Ao seguir seu exemplo, Londres afirmou que até o final de 2022 vai parar a importação de petróleo russo.
Mesmo assim, segundo Aleksandr Novak, a extração de petróleo e gás na Rússia, apesar da pressão das sanções, está sendo exercida em seu volume original.
"Atualmente, estamos realizando a extração de petróleo e gás em seu volume total. Em dois meses, isto é, janeiro e fevereiro, temos índices ainda melhores do que no ano passado", detalhou o vice, comentando o trabalho do setor em condições de novos desafios.
Novak ressaltou ainda que a Rússia continua exportando seus produtos, inclusive energéticos.
"Não vou dizer que tudo é fácil. Mesmo assim, nossas empresas e nós estamos monitorando a situação e trabalhando com elas em modo manual."
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