Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Inundações e deslizamentos no Equador causam 27 mortes na região de Quito

© AP Photo / Dolores OchoaEm Quito, no Equador, um soldado conversa com civis após a recuperação de um refrigerador em meio a um deslizamento de terra após fortes chuvas na região, em 3 de fevereiro de 2022
Em Quito, no Equador, um soldado conversa com civis após a recuperação de um refrigerador em meio a um deslizamento de terra após fortes chuvas na região, em 3 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 05.02.2022
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Na sexta-feira (4), o número de mortos após o maior volume de chuvas a atingir a capital equatoriana em duas décadas subiu para 27. Segundo as autoridades locais, pelo menos 53 pessoas ficaram feridas.
Conforme publicou a agência AFP, as fortes chuvas na região geraram inundações que invadiram áreas residenciais de Quito. Pelo menos duas pessoas seguem desaparecidas, segundo disse a repórteres o oficial de segurança da capital equatoriana, Guido Nunez.
Uma grande operação de limpeza segue em andamento nas regiões atingidas enquanto equipes de resgate continuam a busca por vítimas nas proximidades de um campo esportivo atingido por inundações.
© AP Photo / Dolores OchoaEm Quito, capital do Equador, soldados limpam uma casa atingida por um deslizamento após fortes chuvas na região, em 3 de fevereiro de 2022
Em Quito, capital do Equador, soldados limpam uma casa atingida por um deslizamento após fortes chuvas na região, em 3 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 05.02.2022
Em Quito, capital do Equador, soldados limpam uma casa atingida por um deslizamento após fortes chuvas na região, em 3 de fevereiro de 2022
Na segunda-feira (31), fortes chuvas caíram sobre Quito por 17 horas seguidas causando deslizamentos de terra que danificaram estradas, áreas agrícolas, clínicas, escolas, uma delegacia e uma subestação de energia elétrica.
O prefeito de Quito, Santiago Guarderas, afirmou que as chuvas sobrecarregaram a estrutura de captação de água na encosta de uma colina que tinha capacidade para 4,5 mil metros cúbicos, mas recebeu mais de quatro vezes esse volume. Ainda segundo o prefeito, o volume de chuvas foi o maior desde 2003.
Em respeito às vítimas, três dias de luto foram decretados em Quito.
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