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Austrália acusa China de 'interferência estrangeira' após bloqueio da conta do premiê na rede WeChat

© AP Photo / Ian ForsythPrimeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison, durante seu discurso na COP26 em Glasgow, Escócia, 1º de novembro de 2021
Primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison, durante seu discurso na COP26 em Glasgow, Escócia, 1º de novembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 24.01.2022
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O chefe do comitê de inteligência do Parlamento australiano, James Paterson, acusou a China de interferir na democracia do país após a conta do primeiro-ministro Scott Morrison na rede social chinesa ter sido alegadamente bloqueada.
O senador anunciou na segunda-feira (24) que Morrison não podia acessar sua conta na rede WeChat por alguns meses.

"Na minha visão, levando em consideração que a WeChat é uma empresa tão controlada pelo Partido Comunista da China, isso equivale a interferência estrangeira na nossa democracia, e em um ano de eleições não menos importante", disse Paterson durante entrevista à 4BC.

"É particularmente preocupante eles terem decidido punir o primeiro-ministro e impedir que ele poste na rede, mas eles continuam permitindo ao [o líder de oposição] Anthony Albanese postar seus ataques contra o governo, aos quais não podemos responder agora".
Paterson chamou os políticos australianos a boicotarem a WeChat em resposta, afirmando que "ninguém deveria legitimar sua censura e seu controle sobre o nosso debate público".
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The South China Morning Post relatou na segunda-feira (24) que não conseguiu encontrar o perfil de Morrison na rede WeChat na China, enquanto Albanese contou à 4BC que a Austrália não "ouviu nada do próprio primeiro-ministro sobre o assunto" e disse que ele falaria com Morrison diretamente.
Os políticos australianos estariam usando a rede social da China para atingir os australianos de etnia chinesa, que são uma significativa minoria da população da Austrália.
A deputada australiana Gladys Liu, que nasceu em Hong Kong, anunciou também que ela não usaria mais a WeChat em protesto contra o suposto bloqueio. O distrito de Chisholm, representado por Liu, tem grande população de origem chinesa (19,7%).
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