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EUA deveriam abandonar planos de fornecer armas à Ucrânia, diz embaixada russa

© REUTERS / Andriy DubchakMilitares das forças armadas ucranianas são vistos na região de Donetsk, na Ucrânia, em 8 de janeiro de 2022
Militares das forças armadas ucranianas são vistos na região de Donetsk, na Ucrânia, em 8 de janeiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 19.01.2022
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Os EUA devem reafirmar seu interesse em uma resolução diplomática das tensões sobre a Ucrânia e recuar da intenção de fornecer armas a Kiev, disse a embaixada russa em Washington em comunicado, na noite desta terça-feira (18).
Por meio de sua página no Facebook, a embaixada relatou que, nesta terça-feira (18), a Casa Branca, o Departamento de Estado dos EUA e funcionários de alto escalão do Pentágono, "em uníssono", confirmaram que o país não promoverá medidas para reduzir as tensões na fronteira entre a Rússia e a Ucrânia.
Ressaltamos mais uma vez: a Rússia não vai atacar ninguém. A prática de mover tropas em nosso próprio solo é um direito soberano. Clamamos pelo fim da histeria, e não pelo aumento da tensão em torno do problema em Donbass - e o mais importante: para não realizarem mais provocações contra os 'rebeldes' em Kiev.
Se os Estados Unidos estão realmente comprometidos com os esforços diplomáticos para resolver o conflito intra-ucraniano, deveriam abandonar os planos de fornecer novos lotes de armas para as Forças Armadas da Ucrânia. Em vez disso, Washington deveria usar sua influência sobre as autoridades ucranianas para convencê-las a parar de sabotar os acordos de Minsk.
Mais cedo nesta terça-feira (18), Moscou expressou sérias preocupações com as declarações "extremamente perigosas" de autoridades dos EUA e também do Reino Unido sobre o aumento das entregas de armas à Ucrânia.
"Como você sabe, demos mais assistência de segurança à Ucrânia no ano passado do que em qualquer momento desde 2014, e posso garantir que essas entregas estão em andamento e mais estão programadas para as próximas semanas. Se a Rússia invadir a Ucrânia, nós forneceremos material defensivo adicional aos ucranianos acima e além do que já estamos fornecendo", disse um alto funcionário do Departamento de Estado norte-americano, nesta terça-feira (18).
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