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Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta sexta-feira, 3 de dezembro

© AP Photo / Odd AndersenAngela Merkel, chanceler da Alemanha, durante cerimônia militar de sua despedida no Ministério da Defesa, Berlim, 2 de dezembro de 2021
Angela Merkel, chanceler da Alemanha, durante cerimônia militar de sua despedida no Ministério da Defesa, Berlim, 2 de dezembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 03.12.2021
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Bom dia! A Sputnik Brasil está acompanhando as matérias mais relevantes desta sexta-feira (3), marcada pela despedida de Merkel em cerimônia oficial, pelo novo pacote de sanções contra Belarus e pelo incidente com um homem armado na sede da ONU em Nova York.

PEC dos Precatórios, que banca auxílio de R$ 400, aprovado no Senado

Na tarde desta quinta-feira (2), os senadores aprovaram em dois turnos a Proposta de Emenda à Constituição dos Precatórios que prevê o pagamento de R$ 400 aos beneficiários do Auxílio Brasil. Esse foi elaborado pelo presidente Jair Bolsonaro para substituir o antigo programa social Bolsa Família, instituído no governo Lula. Por votação simbólica, os parlamentares fizeram alterações na versão do projeto já aprovado pela Câmara, derrubando inclusive um mecanismo que potencialmente permitiria ampliar o número de famílias atendidas pelo Auxílio Brasil. Os partidos de oposição, como o PT, também apoiaram a PEC. O governo planeja que o novo programa atenderá 17 milhões de famílias brasileiras, enquanto a cobertura atual é de 14,7 milhões. Com a conclusão da votação no Senado, a proposta segue agora para sanção.
© Folhapress / Pedro LadeiraPlenário da Câmara dos Deputados, em Brasília
Plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília - Sputnik Brasil, 1920, 03.12.2021
Plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília

Presidentes dos partidos acreditam que Moro ultrapassará Bolsonaro nas pesquisas até fevereiro

Conforme informou ontem (2) o jornal Folha de São Paulo, sem mencionar nomes, os presidentes dos principais partidos do Brasil avaliam que ex-juiz Sergio Moro, possível presidenciável de 2022, tem grandes chances de ultrapassar o atual presidente brasileiro nas pesquisas de intenção de voto antes de fevereiro. Seus diagnósticos eleitorais baseiam-se na comparação dos movimentos dos dois: enquanto Moro cresce a participar de eventos públicos e se afirma como candidato, Bolsonaro tem que lidar com a crise econômica e social. Dessa forma, as tensões entre eles se intensificam e, pelo visto, Bolsonaro está incomodado com o crescimento de Moro. Em transmissão ao vivo nas redes sociais nesta quinta-feira (2), o chefe do Executivo criticou o ex-juiz: "Esse cara está mentindo descaradamente. Quer ser candidato, é um direito dele. […] Faz um papel de palhaço, sem caráter", cita suas palavras o Poder 360.
© Folhapress / Gisele Pimenta/FramePhotoPré-candidato à Presidência da República pelo partido Podemos, Sergio Moro, durante lançamento do seu livro em Curitiba, 2 de dezembro de 2021
Pré-candidato à Presidência da República pelo partido Podemos, Sergio Moro, durante lançamento do seu livro em Curitiba, 2 de dezembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 03.12.2021
Pré-candidato à Presidência da República pelo partido Podemos, Sergio Moro, durante lançamento do seu livro em Curitiba, 2 de dezembro de 2021

Alemanha se despede de Angela Merkel em cerimônia militar

Em uma cerimônia militar na quinta-feira (2), a chanceler Angela Merkel, que agora termina seu mandato, exortou os alemães a enfrentarem o ódio, se despedindo após 16 anos no poder. Merkel foi homenageada com uma cerimônia que incluiu a atuação de uma banda militar, na frente de quase toda a elite política do país, com exceção da Alternativa para Alemanha, de extrema direita, que não foi convidada. "Nossa democracia também vive graças ao fato de, onde quer que o ódio e a violência sejam vistos como um meio legítimo de perseguir os próprios interesses, nossa tolerância como democratas tem de encontrar seu limite", disse Merkel em discurso antes da cerimônia. O evento, organizado no Ministério da Defesa devido às restrições pandêmicas, incluiu um desfile e uma banda tocando três músicas da escolha de Merkel. Merkel permanece a chanceler até que seu sucessor do Partido Social-Democrata, Olaf Scholz, seja empossado na semana que vem. Merkel desejou a ele e a seu novo governo "tudo de melhor, boa sorte e muito sucesso". Além do mais, a líder alemã também exortou os alemães a "sempre verem o mundo através dos olhos dos outros" e trabalharem "com alegria nos seus corações".
© AP Photo / Odd AndersenChanceler alemã Angela Merkel e ministra da Defesa do país, Annegret Kramp-Karrenbauer, durante cerimônia militar de despedida de Merkel no Ministério da Defesa, Berlim, 2 de dezembro de 2021
Chanceler alemã Angela Merkel e ministra da Defesa do país, Annegret Kramp-Karrenbauer, durante cerimônia militar de despedida de Merkel no Ministério da Defesa, Berlim, 2 de dezembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 03.12.2021
Chanceler alemã Angela Merkel e ministra da Defesa do país, Annegret Kramp-Karrenbauer, durante cerimônia militar de despedida de Merkel no Ministério da Defesa, Berlim, 2 de dezembro de 2021

EUA e UE impõem novo pacote de sanções contra Belarus

Os Estados Unidos e seus aliados, incluindo a União Europeia, impuseram nesta quinta-feira (2) novas sanções contra dezenas de políticos e entidades em Belarus, em um movimento coordenado para fortalecer as ações punitivas contra o presidente Aleksandr Lukashenko e seu governo. Na lista dos belarussos sancionados está um dos filhos do presidente Lukashenko, Dmitry, que é visado como o membro da família de uma alta personalidade envolvida em corrupção, bem como dez funcionários do Ministério do Interior de Belarus. O próprio Lukashenko e seu filho mais velho Viktor têm estado sob sanções desde 2006 por se encontrarem alegadamente envolvidos em corrupção pública e abuso de direitos humanos em Belarus. A lista das entidades inclui companhias da indústria de defesa e a companhia aérea Transaviaexport, junto com duas de suas aeronaves, que supostamente transportaram munições e armas para uma zona de conflito estrangeiro, como a Líbia. Outra entidade belarussa sancionada é uma empresa estatal de turismo, Republican Unitary Enterprise Tsentrkurort, que as autoridades dos EUA consideram ter desempenhado um papel fundamental na crise migratória na fronteira com Polônia.
© Sputnik / Pavel BednyakovPresidente de Belarus, Aleksandr Lukashenko, visita campo de migrantes na fronteira com a Polônia, 26 de novembro de 2021
Presidente de Belarus, Aleksandr Lukashenko, visita campo de migrantes na fronteira com a Polônia, 26 de novembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 03.12.2021
Presidente de Belarus, Aleksandr Lukashenko, visita campo de migrantes na fronteira com a Polônia, 26 de novembro de 2021

Senado americano aprova projeto para evitar impasse do governo

O Senado dos EUA aprovou ontem (2) o projeto de lei para financiar o governo até o dia 18 de fevereiro e evitar a paralização governamental. A câmara alta aprovou, por 69 votos a favor e 28 contra, a chamada Resolução para a Continuação (CR, na sigla em inglês). Agora, o projeto segue para a Casa Branca para ser assinado pelo presidente Joe Biden. A Câmara dos Representantes tinha aprovado o documento no mesmo dia, por 221 votos a favor e 212 contra, com todos os republicanos, com exceção de um, a votarem contra sua aprovação. Os republicanos na Câmara tinham pedido ao líder da minoria Mitch McConnell que utilizasse todas as suas ferramentas disponíveis para bloquear o texto, a menos que o financiamento para a vacinação fosse suprimido. Na quinta-feira (2), McConnell disse, após o encontro com o colega democrata Chuck Schumer, que o governo não seria paralisado. "Parece que vamos aprovar a CR à tarde e assegurar que o governo permanece em funcionamento", disse o líder da maioria do Senado, Chuck Schumer, citado pela edição Politico. Alguns senadores republicanos querem adicionar emendas para reduzir a vacinação obrigatória determinada pela administração Biden de trabalhadores em grandes empresas. Porém, segundo relatos, é pouco provável que essas medidas passem no Senado.
© AP Photo / J. Scott ApplewhiteCapitólio ao entardecer, Washington, 2 de dezembro de 2021
Capitólio ao entardecer, Washington, 2 de dezembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 03.12.2021
Capitólio ao entardecer, Washington, 2 de dezembro de 2021

Incidente com homem armado na sede da ONU em Nova York

Um homem que chegou com uma arma à sede das Nações Unidas em Nova York, nesta quinta-feira (2), não tinha motivação terrorista e viajou do estado da Flórida para entregar documentos à ONU, segundo a polícia. Na sequência do incidente, a polícia deu ordem aos funcionários da organização para se protegerem e a zona de ameaça foi cercada. O indivíduo tinha centenas de páginas consigo, incluindo documentos médicos, que queria entregar à ONU. "Elas não tinham nenhum significado específico relacionado ao terrorismo", segundo os policiais. Assim que a polícia entregou os documentos às Nações Unidas, o indivíduo concordou em largar a arma, carregada com uma bala, e foi levado sob custódia. Os policiais rastrearam a rota do homem e determinaram que ele tinha se registrado no hotel Millennial em Manhattan na quarta-feira (1º) e que foi verificado pelo esquadrão antibombas. O homem detido tem 64 anos de idade e já foi acusado.
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