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Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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China denuncia '2 pesos e 2 medidas' do Ocidente quanto ao AUKUS e acordo nuclear com Irã

© Foto / Pixabay / glaborde7Bandeira da China em Xangai, distrito financeiro
Bandeira da China em Xangai, distrito financeiro - Sputnik Brasil, 1920, 27.11.2021
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O representante chinês na Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Wang Qun, afirmou que a entrega de tecnologias de submarinos nucleares à Austrália é uma questão urgente que deve ser avaliada pela AIEA.
De acordo com a Bloomberg, Wang Qun acredita que o acordo AUKUS, formado pelo Reino Unido, a Austrália e os EUA, deve ser alvo de atenção da AIEA, tal como acontece com o acordo nuclear iraniano.
"Por que os EUA e o Reino Unido dizem que o Irã não pode produzir urânio enriquecido acima dos 3,7%, enquanto, por outro lado, estão transferindo aberta e diretamente à Austrália toneladas de material altamente enriquecido a 90% de armas nucleares? Este é um caso clássico de dois pesos e duas medidas", afirmou.
Wang Qun acusou as nações ocidentais de duplicidade de critérios ao pressionarem para renegociar o acordo nuclear com o Irã, que proibiria a República Islâmica de produzir urânio enriquecido a uma taxa semelhante àquela que os EUA e o Reino Unido fornecerão à Austrália, como parte do pacto de segurança.
Wang ressaltou que o AUKUS "significa sérios riscos de proliferação nuclear" e condenou o pacto como um "pequeno grupo anglo-saxão", em nota citada pela Bloomberg.
Bombardeiro chinês H-6K - Sputnik Brasil, 1920, 27.11.2021
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Com isso, Wang sugeriu que a AUKUS fosse examinada pela AIEA e pela comunidade internacional.
Na segunda-feira (22), o ministro da Defesa da Austrália, Peter Dutton, informou ter assinado um acordo de troca de informações sobre a propulsão nuclear naval com a comissária britânica Victoria Treadell e o encarregado de negócios dos EUA, Michael Goldman.
Além da China, muitos outros países expressaram suas preocupações sobre os possíveis efeitos negativos do acordo trilateral, adicionando que os envolvidos "ignoraram" todas as objeções, bem como as regras internacionais ao firmarem o acordo.
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