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Brasão de armas cai durante discurso de Guaidó, gerando comparações a sua carreira política (VÍDEO)

© REUTERS / Leonardo Fernandez ViloriaJuan Guaidó, opositor venezuelano, discursa um dia após eleições regionais e locais em Caracas, Venezuela, 22 de novembro de 2021
Juan Guaidó, opositor venezuelano, discursa um dia após eleições regionais e locais em Caracas, Venezuela, 22 de novembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 23.11.2021
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O opositor da Venezuela fez um discurso pós-eleitoral na segunda-feira (22), durante o qual um acontecimento cómico levou a comparações com seu desempenho político no país.
Quando Juan Guaidó, líder da oposição da Venezuela, estava fazendo um discurso na segunda-feira (22), em que minimizou os resultados das eleições regionais e municipais no país, um brasão de armas fixado no local caiu no chão, o que muitos viram como uma "metáfora perfeita".
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Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram Guaidó visivelmente incomodado quando se vira durante o discurso e vê o brasão fixado atrás dele caindo, perto do final de sua coletiva de imprensa.
Na última semana, o opositor venezuelano insistiu, citado pelo jornal La Tercera, que "não há condições para eleições livres e justas na Venezuela", apesar de a Vontade Popular, seu partido, acabar por decidir participar delas, o mesmo acontecendo com observadores da União Europeia (UE), que haviam boicotado todas as eleições no país após 2006.
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Desde janeiro de 2021 que a UE decidiu deixar de se referir a Guaidó como "presidente interino" venezuelano.
Elliot Abrams, representante especial dos EUA para a Venezuela e o Irã, e Carlos Vecchio, embaixador do opositor no país norte-americano, acusaram Josep Borrell, chefe da política externa do bloco europeu, de "legitimar" o processo eleitoral no país sul-americano, dando a ideia de uma divergência transatlântica na abordagem a Caracas. É esperado que o relatório europeu seja publicado nesta terça-feira (23).
Juan Guaidó tem recebido apoio financeiro e público de Washington nos últimos anos, que declara o "regime" de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, de "ilegítimo". Guaidó se autoproclamou "presidente interino" do país em janeiro de 2019, mas falhou em remover do poder o chefe de Estado da Venezuela.
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