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Ciro Gomes cancela pré-candidatura após PDT contribuir para aprovação da PEC dos precatórios

© Folhapress / Lucas MartinsCiro Gomes (PDT) em palanque com Renan Santos, MBL, durante manifestação na Av Paulista, em São Paulo, pelo impeachment do presidente Bolsonaro, 12 de setembro de 2021
Ciro Gomes (PDT) em palanque com Renan Santos, MBL, durante manifestação na Av Paulista, em São Paulo, pelo impeachment do presidente Bolsonaro, 12 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 04.11.2021
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Nome mais destacado para terceira via nas eleições, Ciro suspende candidatura ao se indignar diante da larga contribuição do PDT para aprovação da PEC, mesmo sendo legenda de oposição. Governo começou a "mapear" deputados que foram contra para "retaliação".
Ciro Gomes (PDT) anunciou hoje (4) que suspendeu a sua pré-candidatura à presidência da República depois que seu partido, o Partido Democrático Trabalhista, votou, em grande maioria, a favor da PEC dos precatórios na votação ocorrida durante a madrugada de ontem (3) na Câmara dos Deputados.
​Na próxima terça-feira (9), será a votação do segundo turno da proposta, e o ex-governador do Ceará pede que a legenda vote contra.
O PDT contribuiu em imenso para a vitória do governo, uma vez que concedeu 15 fundamentais votos a favor do Palácio do Planalto.
Apenas seis parlamentares da legenda apertaram o "não" à emenda constitucional, são eles: Túlio Gadelha, Chico D'Angelo, Gustavo Fruet, Idilvan Alencar, Paulo Ramos e Pompeo de Mattos, de acordo com O Globo.
​Houve tumulto entre membros do partido que vontaram contra e a favor, segundo a mídia. Paulo Ramos, que foi contrário à PEC, saiu gritando com André Figueiredo, ex-líder do partido, que foi favorável à proposta do governo.
© Folhapress / Frederico BrasilArthur Lira preside a vontação da PEC dos Precatórios em Brasília (DF), 3 de novmebro de 2021
Arthur Lira preside a votação da PEC dos Precatórios em Brasília (DF), 3 de novembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Arthur Lira preside a vontação da PEC dos Precatórios em Brasília (DF), 3 de novmebro de 2021

Mapeamento para revanche

Após a votação de ontem (3), o governo começou a "mapear" os deputados que votaram contra a PEC e prometeu "revanche" através de bloqueio de emendas para esses parlamentares. De acordo com o G1, o principal partido na mira do é o MDB.
O Planalto também teria usado a votação para "testar a base" e ver quem realmente está a favor da proposta da equipe do presidente Jair Bolsonaro. Segundo a mídia, nesta manhã (4), o governo está dedicado a mapear caso a caso e fazendo a conta de quantos milhões vai segurar em liberação de emendas como retaliação aos "infiéis".
A votação no primeiro turno foi apertada, com 312 dos 308 votos necessários para a aprovação da proposta. O Planalto pretende que Arthur Lira (PP-AL) deixe para votar o segundo turno da PEC na semana que vem, argumentando que muitos parlamentares já deixaram Brasília.
© Folhapress / Frederico BrasilQuadro com o nome dos deputados presentes para votação da PEC dos precatórios, Brasília, 3 de novembro de 2021
Quadro com o nome dos deputados presentes para votação da PEC dos precatórios, Brasília, 3 de novembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Quadro com o nome dos deputados presentes para votação da PEC dos precatórios, Brasília, 3 de novembro de 2021
O presidente da Câmara vem demonstrando bastante interesse na aprovação da PEC, já que desde que chegou ao posto deixa transparecer sua forte ligação com o chefe do Executivo brasileiro.
Lira lançou estratégias para que a PEC passasse na Casa de qualquer forma, até mesmo revogando diretrizes anteriormente decretadas por ele, como a alteração da resolução que o mesmo havia assinado sobre o retorno presencial aos trabalhos, assim como recorrer a expediente inédito, considerado antirregimental, para alterar a proposta, de acordo com O Globo.
O chefe da Câmara também permitiu participação virtual de deputados e mudança no texto da emenda constitucional.
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