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Facebook visa crianças de 6-12 anos como alvo de publicidade, segundo documentos

© AP Photo / Richard DrewÍcones do Facebook e do Messenger Kids da empresa em um iPhone em Nova York, 16 de fevereiro de 2018
Ícones do Facebook e do Messenger Kids da empresa em um iPhone em Nova York, 16 de fevereiro de 2018 - Sputnik Brasil, 1920, 31.10.2021
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A equipe de Frances Haugen, ex-gerente de produtos do Facebook e denunciante da empresa, publicou documentos expondo supostas tentativas pela empresa de influenciar crianças.
A rede social Facebook está visando crianças de até 12 anos para aumentar sua base consumidora e os lucros, de acordo com um vazamento de documentos chamado Facebook Papers.
Os documentos faziam parte de uma publicação em um blog interno de 9 de abril revista pela emissora NBC News, sendo divulgados pela equipe jurídica da denunciante Frances Haugen e fornecidos ao Congresso dos EUA e à Comissão de Valores Mobiliários desse país.
Segundo a publicação, a empresa dirigida por Mark Zuckerberg listou várias vagas para pesquisadores que adaptassem todos os produtos para crianças de pelo menos seis anos.
"A nossa empresa está fazendo um grande investimento na juventude e formou uma equipe virtual transversal à empresa para criar experiências mais seguras e mais privadas que melhorem o bem-estar deles e de seus domicílios", escreveu o autor do artigo anônimo.
"Para muitos de nossos produtos, nós historicamente não temos projetado para os menores de 13 anos", acrescentou, incluindo ainda um diagrama nesse sentido. No entanto, não foi discutido como isso poderia ser influenciado pela Regra de Proteção da Privacidade On-line das Crianças (COPPA, na sigla em inglês) dos EUA. A faixa etária de 10 a 12 anos foi chamada de "audiência inexplorada".
O jornal Wall Street Journal também publicou em 14 de setembro estudos internos do Facebook nos últimos três anos, que relataram um impacto negativo da rede social Instagram em seus usuários, particularmente em meninas adolescentes.
Apesar de lhe ser mostrada a pesquisa sobre o resultado negativo das redes sociais na saúde mental dos jovens, Zuckerberg defendeu o oposto no Congresso norte-americano.
Em 28 de setembro, um porta-voz do Facebook respondeu à mídia, sugerindo que as tentativas de emitir publicidade destinada a jovens era verdadeira.
"Empresas que operam em um espaço altamente competitivo, incluindo o Wall Street Journal, se esforçam para apelar às gerações jovens. Tendo em conta que os nossos concorrentes estão fazendo a mesma coisa, a notícia seria se o Facebook não fizesse este trabalho", argumentou.
Frances Haugen, ex-gerente de produtos do Facebook, deixou neste ano a empresa para se tornar denunciante, começando em 5 de outubro a prestar depoimentos no Senado dos EUA sobre o que diz ser falta de responsabilidade social do gigante de TI.
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