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Durante discurso, embaixador de Israel rasga relatório de direitos humanos na ONU (VÍDEO)

© AP Photo / Ariel SchalitGilad Erdan, embaixador de Israel na Organização das Nações Unidas e nos Estados Unidos
Gilad Erdan, embaixador de Israel na Organização das Nações Unidas e nos Estados Unidos - Sputnik Brasil, 1920, 30.10.2021
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Segundo chanceler, órgão persegue obsessivamente o Estado judeu e relatório anual do concelho teria sido elaborado com características "antissemitas e unilaterais".
Na sexta-feira (29), o embaixador de Israel na ONU, Gilad Erdan, detonou o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (UNHRC, na sigla em inglês) em um discurso na Assembleia Geral.
Erdan condenou o relatório anual divulgado pelo conselho e, no final, rasgou o documento antes de se retirar do pódio.
Hoje, eu abordei a Assembleia Geral da ONU e me manifestei contra as acusações infundadas, unilaterais e francamente falsas do relatório anual do Conselho de Direitos Humanos
Na interpretação do embaixador, o conselho das Nações Unidas segue um "viés anti-Israel obsessivo" e baseou seu argumento através de dados divulgados durante seu discurso.
"Desde o estabelecimento do conselho, há 15 anos, ele decidiu culpar e condenar Israel não dez vezes como o Irã ou 35 vezes como a Síria. O Conselho de Direitos Humanos atacou Israel com 95 resoluções, comparado a 142 contra todos os outros países combinados", afirmou Erdan.
O embaixador ainda declarou que "neste mesmo órgão o próprio direito do povo judeu de ter uma casa nacional foi declarado racista. Uma decisão que foi revertida com justiça. Uma decisão que o embaixador de Israel na época, Chaim Herzog, rasgou nas Nações Unidas", disse Erdan, referindo-se ao discurso de Herzog em novembro de 1975. 
“E isso é exatamente o que deve ser feito com este relatório antissemita distorcido e unilateral", completou o chanceler ao rasgar o documento e afirmar, logo em seguida, que o único lugar para o relatório era "na lata de lixo do antissemitismo".
De acordo com o The Times of Israel, Tel Aviv acusa há muito tempo o conselho de preconceito, e geralmente se recusa a cooperar com seus investigadores.
Segundo a mídia, Israel é o único país que é sistematicamente discutido em cada sessão regular do conselho, com um item especial da agenda dedicado.
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