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Notícias do Brasil
Notícias sobre política, economia e sociedade do Brasil. Entrevistas e análises de especialistas sobre assuntos que importam ao país.

Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quarta-feira, 27 de outubro

© AP Photo / Eraldo PeresPresidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto em 25 de outubro de 2021
Presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto em 25 de outubro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 27.10.2021
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Bom dia! A Sputnik Brasil está acompanhando as matérias mais relevantes desta quarta-feira (27), marcada pelo relatório final da CPI da Covid que incrimina Bolsonaro, pelo e-mail de Trump com elogios ao presidente brasileiro, pela liberação do premiê do Sudão e pelo cancelamento da ida da rainha britânica à cúpula em Glasgow.

CPI da Covid pede punição de Bolsonaro no relatório final

Nesta terça-feira (26), a CPI da Covid aprovou o relatório final elaborado pela comissão ao longo de seis meses sobre crimes cometidos no enfrentamento da pandemia do coronavírus, que soma mais de 600 mil óbitos no Brasil. O texto de 1.289 páginas atribui crimes ao governo federal e pede o indiciamento de 78 pessoas e duas empresas (Precisa Medicamentos e VTCLog). O relatório, aprovado por sete votos a favor e quatro contrários, responsabiliza sobretudo o presidente do país, Jair Bolsonaro, considerando que ele cometeu pelo menos nove crimes. O parecer aponta que o governo Bolsonaro escolheu agir "de forma não técnica e desidiosa" no enfrentamento da pandemia e expôs a população intencionalmente ao vírus. O documento aprovado pelos senadores será enviado aos órgãos de investigação, incluindo o Tribunal Penal Internacional. Entretanto, o Brasil confirmou mais 409 mortes e 13.414 casos de COVID-19, totalizando 606.293 óbitos e 21.748.303 diagnósticos da doença, informou o consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa.
© REUTERS / ADRIANO MACHADORelator da CPI da Covid, Renan Calheiros, antes da reunião da comissão no Senado Federal, Brasília, 26 de outubro de 2021
Relator da CPI da Covid, Renan Calheiros, antes da reunião da comissão no Senado Federal, Brasília, 26 de outubro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Relator da CPI da Covid, Renan Calheiros, antes da reunião da comissão no Senado Federal, Brasília, 26 de outubro de 2021

Donald Trump: Brasil 'é sortudo' por ter Bolsonaro

Logo após a aprovação do relatório da comissão que indicia Jair Bolsonaro, entre outros, o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump encaminhou uma mensagem com elogios ao mandatário brasileiro. Já que o republicano está banido atualmente da maioria das redes sociais, ele enviou o texto denominado "Endosso a Jair Bolsonaro" por meio de e-mail. Em mensagem, Donald Trump constatou que ele e o presidente brasileiro se tornaram "grandes amigos" nos últimos anos e fez muitos elogios ao chefe de Estado brasileiro: "Ele luta duro, e ama o povo do Brasil, assim como eu faço pelo povo dos Estados Unidos. O Brasil é sortudo de ter um homem como Jair Bolsonaro trabalhando por eles. Ele é um grande Presidente e nunca vai decepcionar as pessoas do seu país!", cita o Correio Braziliense. Porém, o texto não faz referência à CPI.
© AFP 2021 / JIM WATSONPresidente dos EUA, Donald Trump, e presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, durante encontro na Flórida, EUA, 7 de março de 2020
Presidente dos EUA, Donald Trump, e presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, durante encontro na Flórida, EUA, 7 de março de 2020 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Presidente dos EUA, Donald Trump, e presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, durante encontro na Flórida, EUA, 7 de março de 2020

Golpe de Estado no Sudão: premiê é liberado, Alemanha deixará de prestar ajuda ao país africano

O primeiro-ministro do Sudão, Abdalla Hamdok, desempossado na sequência do golpe de Estado nesta segunda-feira (25), voltou à sua residência em Cartum, capital sudanesa. "Hoje [terça-feira, 26], o primeiro-ministro Abdalla Hamdok e sua esposa voltaram à sua residência em Cartum sob segurança reforçada", confirmou o gabinete do premiê em comunicado. De acordo com o texto, vários ministros e líderes políticos sudaneses ainda estão detidos e sua localização é desconhecida. O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, felicitou Hamdok, em ligação telefônica, por sua liberação da prisão domiciliar e instou as forças militares do país a liberarem outros prisioneiros políticos, conforme informou o Departamento de Estado americano. Na segunda-feira (25), logo após detenção do premiê, o chefe do Conselho Soberano do Sudão, Abdel Fattah al-Burhan, anunciou o estado de emergência no país, bem como a dissolução do conselho e do governo. Hoje (27), o ministro das Relações Exteriores alemão, Heiko Maas, declarou que a Alemanha vai parar a ajuda ao Sudão em conexão com o golpe militar: "O golpe militar, se não for interrompido imediatamente, terá implicações graves para os compromissos internacionais que a Alemanha tem apoiado e coordenado nos últimos anos".
© REUTERS / HANNIBAL HANSCHKEPrimeiro-ministro do Sudão, Abdalla Hamdok
Primeiro-ministro do Sudão, Abdalla Hamdok - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Primeiro-ministro do Sudão, Abdalla Hamdok

China diz que Taiwan não tem 'direito nenhum de se juntar às Nações Unidas'

Ontem (26), o secretário de Estado norte-americano Antony Blinken exortou todos os Estados-membros das Nações Unidas a apoiarem a participação "robusta" de Taiwan no sistema da ONU, contestando a pressão contínua a partir de Pequim, que tenta bloquear o acesso das organizações internacionais à ilha. Em comunicado, Blinken disse que a exclusão de Taiwan dos fóruns da ONU "mina o trabalho importante das Nações Unidas e de seus organismos relacionados". "É por isso que encorajamos todos os Estados-membros da ONU a se juntarem a nós e apoiarem a participação robusta e significativa de Taiwan em todo o sistema das Nações Unidas." Em resposta, durante o briefing regular, o porta-voz do Escritório de Assuntos de Taiwan em Pequim, Ma Xiaoguang, instou os EUA a cumprirem os seus compromissos quanto à questão taiwanesa. "As Nações Unidas são uma organização governamental internacional composta por Estados soberanos" e "Taiwan é uma parte da China", por isso, não tem "direito nenhum de se juntar às Nações Unidas".
© REUTERS / LUISA GONZALEZSecretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, durante visita à Colômbia, 21 de outubro de 2021
Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, durante visita à Colômbia, 21 de outubro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, durante visita à Colômbia, 21 de outubro de 2021

Rainha britânica Elizabeth não assistirá à cúpula do clima em Glasgow

A rainha Elizabeth II não vai assistir à conferência COP26 das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que começa em Glasgow, na Escócia, nesta semana, confirmou na terça-feira (26) o Palácio de Buckingham. "Sua Majestade decidiu que, lamentavelmente, não viajará para Glasgow para assistir à Recepção Noturna da COP26 na segunda-feira, 1º de novembro", diz o comunicado. A monarca de 95 anos de idade cancelou também, na semana passada, a sua viagem à Irlanda depois que os médicos lhe aconselharam a descansar por alguns dias antes dos exames médicos. Há uma semana, a rainha, pela primeira vez em oito anos, passou uma noite no hospital. A monarca está realizando deveres ligeiros no Castelo de Windsor, comunicou o palácio real. Ela ficou "desapontada" por não atender o evento, mas vai fazer o discurso ante os líderes mundiais através de uma mensagem de vídeo gravada. Em fevereiro de 2022 se assinalam os 70 anos do reinado de Elizabeth II, superando o recorde de 63 anos do reinado de sua trisavó, a rainha Vitória.
© AP Photo / Victoria JonesRainha britânica Elizabeth II na tela durante videoconferência a partir do Castelo de Windsor, 26 de outubro de 2021
Rainha britânica Elizabeth II na tela durante videoconferência a partir do Castelo de Windsor, 26 de outubro de 2021  - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Rainha britânica Elizabeth II na tela durante videoconferência a partir do Castelo de Windsor, 26 de outubro de 2021

Doze pessoas morreram em resultado de ataque do Daesh no Iraque

Doze pessoas foram mortas na sequência de um ataque de militantes do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) na região de Diyala, no oeste do Iraque, disse à Sputnik uma fonte das forças de segurança locais, nesta terça-feira (26). "Em resultado do ataque do Daesh contra o povoado de Rashad, no distrito de Al-Miqdadiyah, no nordeste de Diyala, 12 pessoas foram mortas e oito foram feridas", segundo a fonte. A situação no Iraque tem estado altamente instável devido a diversos atentados da organização terrorista. No final de 2017, as autoridades iraquianas declararam a vitória sobre os terroristas, mas eles continuam operando no país. O Exército do Iraque, com apoio das unidades da milícia e coalizão internacional, segue detectando "células adormecidas" dos grupos terroristas em diversas regiões.
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