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Agência reguladora dos EUA se recusa a tomar posição sobre 3ª dose alegando falta de dados da Pfizer

© AP Photo / Elaine Thompson Enfermeira enche seringas com a vacina da Pfizer no Centro Médico St. Joseph PeaceHealth, EUA, 3 de junho de 2021
 Enfermeira enche seringas com a vacina da Pfizer no Centro Médico St. Joseph PeaceHealth, EUA, 3 de junho de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 15.09.2021
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Nesta quarta-feira (15), a farmacêutica Pfizer divulgou dados afirmando que uma dose de reforço contra a COVID-19 após seis meses é necessária para manter sua eficácia contra o vírus.
A Agência de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês) se recusou nesta quarta-feira (15) a tomar uma posição sobre a possibilidade de recomendar uma terceira dose de vacina contra a COVID-19 dizendo que sua equipe ainda não revisou todos os dados disponibilizados pela farmacêutica Pfizer.
"Existem muitos estudos potencialmente relevantes, mas a FDA não revisou ou verificou independentemente os dados subjacentes ou suas conclusões", disse a FDA em um documento de 23 páginas e reproduzido pela emissora CNBC.
A equipe da FDA disse que alguns estudos observacionais sugeriram um declínio da eficácia da vacina Pfizer ao longo do tempo contra o novo coronavírus, em especial contra a variante Delta, mas outros estudos não confirmaram a tendência.
"No geral, os dados indicam que as vacinas [contra a] COVID-19 atualmente licenciadas ou autorizadas pelos EUA ainda oferecem proteção contra a doença COVID-19 grave e morte nos EUA", diz a nota.
© AP Photo / Oded BaliltyJudeu ultraortodoxo recebe vacina da Pfizer/BioNTech perto de Jerusalém, em Israel
Judeu ultraortodoxo recebe vacina da Pfizer/BioNTech perto de Jerusalém, em Israel - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Judeu ultraortodoxo recebe vacina da Pfizer/BioNTech perto de Jerusalém, em Israel

Dados da Pfizer

Novos dados sobre a vacina Pfizer contra a COVID-19 divulgados nesta (15) mostram que seus receptores precisam de uma injeção de reforço depois de meio ano para manter sua eficácia contra o SARS-CoV-2, incluindo a variante Delta, de acordo com documentos da empresa.
"Dados recentes de Israel e dos EUA no contexto da circulação da variante Delta sugerem que a proteção da vacina contra a infecção por COVID-19 diminui aproximadamente seis a oito meses após a segunda dose", concluiu o estudo da Pfizer.
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