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Aeronave militar dos EUA invadiu espaço aéreo de Caracas, afirma Ministério da Defesa venezuelano

© AP Photo / Themba HadebeAvião Boeing C-17A Globemaster III da Força Aérea dos EUA
Avião Boeing C-17A Globemaster III da Força Aérea dos EUA - Sputnik Brasil, 1920, 23.07.2021
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Avião de transporte pesado C-17 Globemaster III da Força Aérea dos EUA teria cruzado a fronteira venezuelana a partir da Colômbia na noite de quinta-feira (22).

Uma aeronave militar norte-americana entrou no espaço aéreo venezuelano, afirmou nesta sexta-feira (23) o Ministério da Defesa do país sul-americano. Caracas condenou veementemente a violação da soberania do país.

​De acordo com o comunicado do Ministério da Defesa, um avião de transporte pesado Boeing C-17 Globemaster III da Força Aérea dos EUA cruzou a fronteira venezuelana-colombiana na noite de quinta-feira (22) e por três minutos sobrevoou o estado venezuelano de Zulia, no oeste da Venezuela.

A nota observa que a aeronave cometeu a violação enquanto estava envolvida em um conjunto maior de exercícios que envolviam aeronaves F-16 e RC-135 norte-americanas. Este último foi confirmado por fontes independentes de rastreamento de aeronaves e teria dado várias voltas sobre os estados no nordeste da Colômbia na noite de quinta-feira (22).

​Aeronave de reconhecimento RC-135 da Força Aérea dos EUA circulando a oeste de Cúcuta, provavelmente olhando para algo do outro lado da fronteira

"Reiteramos perante a comunidade internacional e os organismos multilaterais que a presença de bases norte-americanas em território colombiano representa uma ameaça permanente e constitui um mecanismo de ingerência atroz que afeta significativamente a estabilidade da região do Caribe e da América Latina", lê-se no comunicado.

O ministério observou que esta é a 21ª vez neste ano que aeronaves dos EUA violam o espaço aéreo governado por controladores de tráfego aéreo venezuelanos. A nota conclui afirmando que a Venezuela rejeita "categoricamente a violação de nosso espaço aéreo soberano por uma aeronave militar dos EUA" e que a ação é "uma violação grave dos padrões aeronáuticos internacionais".

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