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Coreia do Norte rejeita vacinas da AstraZeneca, escreve Reuters

© AFP 2021 / Kim Won JinPessoas caminham diante de fonte na praça da Casa de Cultura em Pyongyang, Coreia do Norte, 25 de abril de 2021
Pessoas caminham diante de fonte na praça da Casa de Cultura em Pyongyang, Coreia do Norte, 25 de abril de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.07.2021
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Pyongyang recusou a entrada de imunizantes da farmacêutica AstraZeneca e da China, e neste momento está se inclinando para a obtenção de vacinas da Rússia, segundo uma fonte sul-coreana.

A Coreia do Norte rejeitou importar vacinas contra a COVID-19 da farmacêutica AstraZeneca por preocupações com efeitos colaterais, informa na sexta-feira (9) a agência britânica Reuters.

Citando um relatório do Instituto de Estratégia de Segurança Nacional (INSS, na sigla em inglês), think tank da Coreia do Sul afiliado à agência de espionagem da Coreia do Sul, Lee Sang-keun, diretor de pesquisa estratégica sobre a península coreana no INSS, disse à Reuters que as autoridades norte-coreanas mostraram preocupação com a vacina da AstraZeneca devido a "relatos de eventos raros, mas graves, de coagulação sanguínea entre algumas pessoas que a receberam".

Pyongyang também rejeitou vacinas da China por não as considerar eficazes o suficiente, mas mostrou algum interesse nos imunizantes da Rússia.

"Está se inclinando para a vacina russa, mas não foram tomadas providências", disse Lee, citando fontes anônimas, acrescentando que o país não está tomando medidas de obtenção de vacinas para uso interno.

Na quarta-feira (7) Sergei Lavrov, ministro das Relações Exteriores da Rússia, referiu que Moscou ofereceu vacinas ao país asiático em várias ocasiões.

A Coreia do Norte não tem relatado oficialmente casos da COVID-19, apesar de mencionar "casos suspeitos" da doença, mas impôs medidas de confinamento, fechamento de fronteiras e restrição de viagens internas.

A iniciativa para fornecimento global de vacinas, o consórcio COVAX, propôs o fornecimento do primeiro lote de quase dois milhões de vacinas à Coreia do Norte no final de maio, "mas foi adiado em meio a consultas prolongadas", de acordo com Seul.

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