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OMS: COVID-19 ainda compromete os serviços de saúde essenciais em 90% dos países

© REUTERS / Denis BalibouseSede da Organização Mundial da Saúde (OMS), em Genebra, Suíça
Sede da Organização Mundial da Saúde (OMS), em Genebra, Suíça - Sputnik Brasil, 1920, 23.04.2021
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Mais de 90% dos países ainda experimentam interrupções em seus serviços essenciais de saúde devido à pandemia de COVID-19, embora a magnitude e a extensão dessas interrupções tenham diminuído, concluiu a OMS em uma nova pesquisa divulgada nesta sexta-feira (23).

"A segunda rodada de uma 'pesquisa de pulso' da Organização Mundial da Saúde [OMS] revela que, após um ano de pandemia de COVID-19, as interrupções substanciais persistem, com cerca de 90% dos países ainda relatando uma ou mais interrupções nos seus serviços essenciais de saúde, sem uma marca global substancial de mudança desde a primeira pesquisa realizada no verão [do Hemisfério Norte] de 2020", diz o relatório.

Além disso, segundo a OMS, a maioria dos países relatou progresso em relação à extensão das interrupções, com mais de um terço dos serviços afetados, contra a metade dos mesmos em 2020.

Depois de um ano de pandemia de COVID-19, cerca de 90% dos países pesquisados ainda relatam uma ou mais interrupções nos serviços de saúde essenciais. Grandes esforços são necessários para restaurar e fortalecer os serviços em todos os países.

Entre os maiores problemas mencionados pelos entrevistados estão a força insuficiente de profissionais de saúde (66% dos países), os desafios financeiros (43%), a falta de comunicação com os pacientes e interrupções nas cadeias de abastecimento, segundo a pesquisa.

A pandemia supostamente teve maior impacto negativo nos cuidados primários diários e nos cuidados de longo prazo para condições crônicas, reabilitação e cuidados paliativos no fim da vida. Cerca de 20% dos países ainda relataram interrupções em serviços de emergência, serviços críticos e cirúrgicos que salvam vidas, enquanto 40% experimentam dificuldades em fornecer cuidados de saúde mental, detecção de câncer, tratamentos para tuberculose, HIV e hepatite B e C, bem como diabetes, contracepção, atendimento odontológico urgente e desnutrição.

Para responder à crise, mais da metade dos países pesquisados ​​recrutou pessoal médico adicional, transferiu pacientes para outros centros de saúde ou mudou para métodos alternativos de atendimento, incluindo atendimento em casa e o uso de telemedicina.

No entanto, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, enfatizou que os governos e as organizações internacionais precisam intensificar os esforços para evitar interrupções nos serviços essenciais de saúde, imunização e malária.

"A pesquisa destaca a necessidade de intensificar esforços e tomar medidas adicionais para fechar lacunas e fortalecer os serviços. Será especialmente importante monitorar a situação nos países que estavam lutando para fornecer serviços de saúde antes da pandemia", disse o diretor-geral em comunicado.

O levantamento cobriu 63 serviços básicos de saúde em 216 países e territórios nas seis regiões da OMS. A organização recebeu um total de 135 respostas de funcionários do primeiro escalão dos Ministérios da Saúde dos países pesquisados de janeiro a março de 2021.

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