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Prefeito de Nice, França, pede permissão para comprar vacina Sputnik V

© Sputnik / Chedly Ben Ibrahim / Abrir o banco de imagensВакцинация Спутником V в Тунисе
Вакцинация Спутником V в Тунисе - Sputnik Brasil, 1920, 14.03.2021
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O prefeito afirmou à mídia que as "conexões internacionais" da cidade lhe permitiram em 2020 adquirir as quantidades necessárias de máscaras médicas, ao contrário do resto da França.

Em entrevista à rádio France Bleu, Christian Estrosi, prefeito de Nice, pediu às autoridades sanitárias francesas que lhe permitissem adquirir a vacina russa Sputnik V contra a COVID-19 para sua região.

Estrosi disse que poderia assegurar a compra direta da vacina "para a região metropolitana de Nice (Nice-Côte d'Azur)".

Sou capaz de trazer rapidamente para a zona metropolitana de Nice-Côte d'Azur várias dezenas de milhares de doses da Sputnik V, a vacina russa utilizada em mais de 48 países em todo o mundo. Estou pedindo às autoridades sanitárias que me deem permissão para fazê-lo!

Côte d'Azur (Costa Azul, em português) é a região do sudeste da França que inclui, entre outras, a cidade de Nice.

Perguntado como ele pretende alcançar isso, Estrosi respondeu que Nice é "uma capital internacional com conexões", algo que ele disse ter ficado evidente um ano atrás, quando a cidade conseguiu obter os suprimentos necessários de máscaras médicas, ao contrário do resto do país.

"É por isso que quero mais descentralização, para que tenhamos poderes que nos permitam ser mais eficientes", disse ele.

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) anunciou no início de março deste ano ter começado a avaliar a vacina russa, sem se saber quando ela poderá ser autorizada na UE.

A Sputnik V, desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya, financiada pelo Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo) e aprovada na Rússia em 11 de agosto de 2020, tornou-se a primeira vacina contra o SARS-CoV-2 a ser registrada no mundo. Ela tem 91,6% de eficácia, de acordo com um estudo clínico publicado em 2 de fevereiro de 2021 na revista The Lancet.

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