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EUA dizem aceitar proposta da UE de negociações com Irã e outros membros do acordo nuclear

© REUTERS / Yves HermanBandeiras dos países da UE no exterior da sede da Comissão Europeia em Bruxelas, Bélgica, 21 de agosto de 2020
Bandeiras dos países da UE no exterior da sede da Comissão Europeia em Bruxelas, Bélgica, 21 de agosto de 2020 - Sputnik Brasil, 1920, 19.02.2021
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Dois altos funcionários de Washington, incluindo o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, declararam aceitar conversações com o Irã com a participação da União Europeia.

Ned Price, porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, disse na quinta-feira (18), após videoconferência com representantes do Reino Unido, Alemanha e França, que os EUA aceitariam participar de conversações com o Irã envolvendo os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU: China, França, Reino Unido, Rússia, EUA, e ainda a Alemanha.

"Os Estados Unidos aceitariam um convite do Alto Representante da União Europeia para participar de uma reunião do P5+1 e do Irã para discutir um caminho diplomático para o programa nuclear do Irã", informou Price.

Também na quinta-feira (18), outro alto funcionário norte-americano teria declarado à agência Reuters a disponibilidade dos EUA para se juntarem a conversações envolvendo a UE e o Irã.

"Estamos prontos para aparecer se tal reunião se realizar", comunicou o oficial sob condição de anonimato após conversas entre Washington, Londres, Paris e Berlim.

Juntos, os referidos seis países do Conselho de Segurança, mais a UE e o Irã, assinaram o Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA, na sigla em inglês) em 2015. O acordo nuclear previa a redução das sanções internacionais contra o Irã em troca de o país aceitar limitações na quantidade e qualidade de urânio que poderia enriquecer.

No início de fevereiro deste ano, Mohammad Javad Zarif, ministro das Relações Exteriores do Irã, afirmou que Josep Borrell, alto representante da UE para as Relações Exteriores, poderia potencialmente liderar um retorno ao JCPOA como coordenador da comissão conjunta que monitora o cumprimento das condições do acordo, depois que os EUA o deixaram em 2018.

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