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Volta da Unasul? Candidato a presidente no Equador promete relançar organismo

© Folhapress / Johis AlarcónSede da UNASUL, em Quito: países da região não puderam chegar a um consenso em relação à participação da Venezuela na organização, levando a sua paralisação
Sede da UNASUL, em Quito: países da região não puderam chegar a um consenso em relação à participação da Venezuela na organização, levando a sua paralisação - Sputnik Brasil
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Andrés Arauz, candidato a presidente na eleições equatorianas, previstas para ocorrer no início de 2021, prometeu fortalecer a integração regional e relançar a Unasul (União de Nações Sul-Americanas).

A declaração foi feita na região de Chapare, na Bolívia, onde Arauz participou de comício ao lado do ex-presidente boliviano Evo Morales, que retornou ao país após um ano de exílio. 

"Vamos recuperar a Unasul, a integração, não só entre os governos, entre os Estados, mas também entre os povos, entre todos os movimentos sociais", disse o equatoriano. 

Arauz é candidato da frente de esquerda União pela Esperança, da qual faz parte o ex-presidente do Equador Rafael Correa, aliado próximo de Morales. 

'Reconstruiremos a unidade latino-americana'

O candidato disse ainda que a "revolução cidadã", movimento criado por Correa, voltará ao poder no Equador e fortalecerá a integração latino-americana

"Há esperança no Equador em 7 de fevereiro, reconstruiremos a unidade latino-americana", afirmou o político. 

Morales, por sua vez, disse em seu discurso que o retorno do Movimento ao Socialismo (MAS) ao poder na Bolívia, com a posse de Luis Arce, fazia parte de uma luta internacional e da região. 

Unasul foi abandonada em 2018

Arauz participou no último domingo (8) da posse de Arce, que foi ministro da Economia durante a gestão Morales. 

Impulsionada em 2008 pelo então presidente da Venezuela Hugo Chávez, a Unasul congregava as 12 nações sul-americanas. Em 2018, com o fortalecimento de governos conservadores no continente, as reuniões do organismo acabaram sendo suspensas. 

Em seguida, vários países abandonaram o bloco, como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai e Peru.

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