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Após chamar ministro Ramos de 'Maria Fofoca', Salles pede desculpas

© Folhapress / Wagner Pires/Futura PressMinistro-chefe da secretaria de Governo da Presidência da República, Luiz Eduardo Ramos na saída do Palácio do Alvorada depois de sair para passear por Brasília (DF) de moto com o presidente Bolsonaro nesse domingo (25)
Ministro-chefe da secretaria de Governo da Presidência da República, Luiz Eduardo Ramos na saída do Palácio do Alvorada depois de sair para passear por Brasília (DF) de moto com o presidente Bolsonaro nesse domingo (25) - Sputnik Brasil
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O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, pediu desculpas neste domingo (25) ao chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, após deflagrar crise no governo por suas críticas ao colega. 

Na quinta-feira (22), incomodado com nota na coluna de Bela Megale, do jornal O Globo, sobre disputa entre alas ideológica e militar do governo, Salles o chamou de "Maria Fofoca". O ministro atribuiu a Ramos, responsável pela articulação política do governo, a origem da notícia

Neste domingo (25), Salles disse que tinha apresentado suas "desculpas pelo excesso" e colocado um ponto final na questão. "Estamos juntos no governo", acrescentou ele. 

​O presidente Jair Bolsonaro e Ramos, acompanhados pelo ministro da Casa Civil, Braga Netto, passearam neste domingo (25) de moto. Durante o encontro com o chefe de Estado, o ministro-chefe da Secretaria de Governo afirmou, segundo o jornal O Globo: "Quando um um não quer, dois não brigam". 

A declaração de Salles contra o colega causou crise em Brasília e rebuliço nas redes sociais. A militância e parlamentares bolsonaristas apoiaram o ministro e acusaram os militares de sabotarem o governo. Por outro lado, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse que além de destruir o meio ambiente, Salles destruía o governo. 

​Na quinta-feira (22), o Ibama, subordinado ao ministério de Meio Ambiente, paralisou atividades de brigadistas que combatem incêndio florestais alegando falta de recursos.
Na sexta-feira (23), o Ministério da Economia anunciou que remanejaria R$ 30 milhões para o Ibama e R$ 30 milhões para o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Com isso, o Ibama determinou o retorno dos trabalhos de combate ao fogo.

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