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'Bastava vender' Petrobras e BB para Brasil 'surfar', diz empresário que deixou cargo na Economia

© Folhapress / Jose LucenaCarro de polícia parado na sede da Petrobras, na Avenida Chile, no Rio de Janeiro, no dia 17 de janeiro de 2020
Carro de polícia parado na sede da Petrobras, na Avenida Chile, no Rio de Janeiro, no dia 17 de janeiro de 2020 - Sputnik Brasil
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O empresário Salim Mattar, que deixou o cargo de secretário de Desestatização e Privatização do governo Bolsonaro, disse que "bastava vender" a Petrobras e o Banco do Brasil para ter um "país surfando". 

Na terça-feira (11), Mattar e o secretário de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Paulo Uebel, deixaram a equipe econômica de Paulo Guedes. A exoneração dos dois funcionários ainda não foi publicada no Diário Oficial. 

Em entrevista concedida para a GloboNews nesta quarta-feira (12), Salim Mattar disse que faltou "vontade política" para que as privatizações fossem aceleradas. 

O empresário afirmou ainda que "bastava" o Brasil vender a Petrobras e o Banco do Brasil para resolver 'todas as finanças do país". 

"As nossas empresas estatais valem R$ 1 trilhão. Gente, se vender Petrobras, Banco do Brasil, tudo, dá R$ 1 trilhão. Com R$ 1 trilhão, nós resolvemos todas as finanças do país. Por que não fazemos isso? Não deveríamos fazer isso? É uma questão de mentalidade e vontade política. Então, nós votamos em deputados, senadores, presidente. Mas essa é uma decisão política. Mas, olha, se alguém quisesse resolver os problemas das finanças públicas, bastava vender todas essas estatais e nós teríamos um país surfando a partir do próximo ano", disse. 

'Animal' do setor privado

Além disso, Mattar afirmou que deixou o cargo no governo por ser um "animal" do setor privado, que não se adapta à "burocracia" do Estado. 

Apesar disso, ele garantiu que as privatizações continuam sendo "um dos pilares" do programa econômico de Paulo Guedes, mas que é preciso ter "vontade política". 

Após o pedido de demissão dos dois funcionários, Guedes disse que "houve uma debandada" no ministério da Economia, que ocorreu devido à insatisfação com o "ritmo de privatizações". Por outro lado, o ministro disse que para vender as estatais era preciso "lutar" e não adiantava ficar esperando "Papai do Céu". 

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