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Mercosul pode fechar mais acordos comerciais nos próximos meses, diz chanceler brasileiro

© Foto / Wilson Dias/Agência BrasilO ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, durante entrevista coletiva, no Palácio Itamaraty, fala sobre a situação política da Venezuela.
O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, durante entrevista coletiva, no Palácio Itamaraty, fala sobre a situação política da Venezuela. - Sputnik Brasil
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O Mercosul está em posição de fechar novos acordos comerciais nos próximos meses, revelou nesta terça-feira o chanceler brasileiro Ernesto Araújo.

O diplomata compareceu em uma coletiva de imprensa para informar sobre o acordo alcançado com a União Europeia (UE) na semana passada e assegurou que o Mercosul "está em posição de concluir negociações com Canadá, Singapura, Coreia do Sul ou a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA, por sua sigla em inglês).

"Este acordo [com a EU] desbloqueia e acelera outras negociações, pretendemos fechar novos acordos em breve", afirmou o ministro de Relações Exteriores, lembrando que o Brasil assume agora a presidência rotativa do bloco.

Quando questionado sobre as declarações da porta-voz do governo francês, Sibeth Ndiaye, de que Paris não está preparada para ratificar o acordo comercial anunciado na última sexta-feira, Araújo afirmou que esse tipo de afirmação é direcionado ao público interno.

"O acordo não está nem pronto para ser votado, neste momento nenhum país está pronto para ratificar, para a questão constitucional", comentou o chanceler brasileiro, minimizando esse tipo de avisos.

Na semana passada, antes da reunião do G20 em Osaka (Japão), o presidente francês Emmanuel Macron disse que seu país não apoiaria o acordo se o Brasil não se comprometesse a permanecer no Acordo de Paris contra o aquecimento global.

Mais tarde, Macron assegurou que após se reunir com o presidente Jair Bolsonaro, ele assumiu o compromisso de que o Brasil continuaria fazendo parte desse pacto, que prevê, entre outras coisas, que o país sul-americano acabe com o desmatamento ilegal na Amazônia antes de 2030.

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