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Supremacista branco será executado nos EUA por assassinato brutal de homem negro

© AP Photo / Amber HuntCâmara de injeção letal da Penitenciária Estadual de Dakota do Sul, em Sioux Falls, EUA (arquivo)
Câmara de injeção letal da Penitenciária Estadual de Dakota do Sul, em Sioux Falls, EUA (arquivo) - Sputnik Brasil
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Um declarado supremacista branco condenado por um notório assassinato cometido por motivações racistas deve ser executado na noite desta quarta-feira no estado norte-americano do Texas, caso não consiga uma aprovação da corte máxima dos Estados Unidos para evitar a execução.

John William King, de 44 anos, é um dos três criminosos responsáveis por um dos crimes de racismo mais assustadores da história recente dos EUA, a morte do homem negro James Byrd Jr., que foi amarrado a um veículo e arrastado pelas ruas da cidade de Jasper até não aguentar mais, em junho de 1998. Condenado à pena de morte, ele deverá ser executado por injeção letal às 18h de hoje, horário local, na penitenciária de Huntsville, Texas, mas entrou com um pedido junto à Suprema Corte para suspender o evento. 

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Parceiros de King no crime, Lawrence Brewer foi executado em 2011, enquanto Shawn Berry cooperou com as autoridades e foi sentenciado a prisão perpétua, conforme destacou a AFP.

De acordo com informações dadas por Berry em seu depoimento, no dia do assassinato, os três supremacistas estavam bebendo e viajando em uma picape Ford de 1982 quando decidiram pegar Byrd, que estava pedindo carona, e o levar para uma remota estrada rural. Lá, o passageiro foi submetido a uma brutal sessão de espancamento antes de ser amarrado pelos tornozelos ao carro e arrastado por mais de três quilômetros.

Segundo especialistas, a vítima foi decapitada quando se chocou com um tubo de drenagem de concreto pelo caminho. Seu corpo desmembrado foi encontrado perto de uma igreja da cidade, quase no limite entre o Texas e Louisiana.

Esse terrível crime aterrorizou a população norte-americana durante anos, e, em outubro de 2009, o nome de Byrd serviu de inspiração para a assinatura de uma lei, pelo então presidente Barack Obama, contra crimes de ódio nos Estados Unidos.

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