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Analista indica preços de petróleo como razão da artimanha americana de golpe na Venezuela

© AP Photo / Fernando LlanoPoço de petróleo na Venezuela (foto de arquivo)
Poço de petróleo na Venezuela (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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O objetivo dos EUA, que tentam derrubar o governo na Venezuela, é neutralizar Caracas como um participante ativo na OPEP obtendo preços do petróleo mais baixos, disse Vladimir Davydov, diretor científico do Instituto da América Latina da Academia de Ciências da Rússia.

Na reunião da comissão do Conselho da Federação dedicada à proteção da soberania da Rússia, Davydov explicou que a Venezuela é um participante-chave da OPEP e que "a intenção dos EUA é remover este jogador ativo e empreendedor da OPEP e, através de um governo- fantoche, conseguir uma redução dos preços do petróleo".

"A ameaça à soberania da Venezuela é uma ameaça à soberania da Nicarágua e de Cuba, e as consequências negativas também podem afetar a Rússia", afirmou o especialista. Tais consequências são uma ameaça geopolítica para a Rússia, conclui Davydov.

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Por sua vez, o chefe desta comissão do Conselho da Federação, Andrei Klimov, observou que o caso da Venezuela é um exemplo da interferência nos assuntos de um Estado soberano a partir do exterior, "uma tentativa de nomear o chefe de Estado a partir de fora".

No dia 31 de janeiro, o Parlamento Europeu solicitou à chefe da diplomacia da União Europeia, Federica Mogherini, e aos governos dos países membros que se juntem ao reconhecimento do líder da oposição. A Rússia, China, Irã e Turquia reafirmaram seu apoio ao atual governo venezuelano de Maduro, enquanto vários países latino-americanos alinhados com os EUA e a UE não reconhecem o atual presidente eleito, expressando apoio a Guaidó.

A crise política venezuelana se agravou no dia 23 de janeiro, depois que o chefe da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se autoproclamou presidente interino do país durante um protesto antigovernamental realizado nas ruas de Caracas.

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