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Europa deve se tornar um 'império', diz ministro da França

© AP Photo / Christophe EnaMinistro da Economia e das Finanças da França, Bruno Le Maire, 1 de setembro de 2017
Ministro da Economia e das Finanças da França, Bruno Le Maire, 1 de setembro de 2017 - Sputnik Brasil
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O ministro da Economia e Finanças da França, Bruno Le Maire, afirmou em entrevista ao jornal Handelsblatt que a Europa deve se tornar um "império", semelhante aos Estados Unidos e à China.

"A Europa não deve mais temer usar seu poder", disse o ministro, adicionando que o "império" deve ser pacífico e baseado nos princípios do Estado de direito.

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Le Maire comentou a necessidade de proteger a União Europeia das sanções "ilegais" dos EUA ao Irã e afirmou que é preciso coragem para "atravessar o caminho do governo de Donald Trump".

"O ponto aqui é dizer claramente aos EUA: somos um continente soberano que decide com quem negociar", falou o ministro francês.

Previamente, o presidente da França, Emmanuel Macron, ressaltou que a Europa enfrenta inúmeras tentativas de interferência em seus processos democráticos internos e no ciberespaço e propôs a criação de um "exército europeu" independente de Washington. A iniciativa foi classificada como "muito ofensiva" pelo líder norte-americano, Donald Trump.

Políticos europeus propõem regularmente a criação de um único exército da União Europeia. Por exemplo, o comissário europeu de Economia Digital e Sociedade, Gunther Oettinger, afirmou que sonhava com um exército "que é conjuntamente responsável pela manutenção da democracia, direitos humanos e liberdade na Europa e missões estrangeiras".

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Após a saída americana do acordo nuclear iraniano em maio de 2018, Trump aplicou e restaurou várias sanções contra o Irã. Apesar disso, os países europeus enfatizaram que pretendem continuar cumprindo os termos do documento e cooperar com Teerã.

Outras medidas restritivas dos EUA, que atingiram as exportações de petróleo, entraram em vigor no dia 5 de novembro, em que os Estados que continuarem a fazer negócios com o país árabe, correrem o risco de sofrer sanções secundárias.

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