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3 milhões de migrantes e refugiados já deixaram a Venezuela, diz ONU

© AP Photo / Eraldo PeresImigrantes venezuelanos no estado de Roraima, Brasil (arquivo)
Imigrantes venezuelanos no estado de Roraima, Brasil (arquivo) - Sputnik Brasil
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O número de migrantes e refugiados venezuelanos chegou a 3 milhões, afirmou a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta quinta-feira (8).

2,4 milhões destas pessoas estão na América Latina e Caribe, e o resto está dividido por outras partes do mundo, diz a ONU.

Citando dados de autoridades nacionais de imigração e outras fontes, a ONU afirma que a Colômbia tem o maior número de refugiados e migrantes da Venezuela, com mais de 1 milhão. O Peru é o próximo com mais de 500 mil. Os outros países que mais receberam venezuelanos são: Equador (220 mil), Argentina (130 mil), Chile (100 mil), Panamá (94 mil) e Brasil (85 mil).

"Os países da América Latina e do Caribe mantiveram amplamente uma louvável política de portas abertas para os refugiados e migrantes da Venezuela", disse Eduardo Stein, representante especial da ONU sobre a questão venezuelana.

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Mas ele alertou que "a capacidade de recepção está tensionada, exigindo uma resposta mais robusta e imediata da comunidade internacional para que essa generosidade e solidariedade continuem".

Governos da região se reuniram no Equador em setembro e devem realizar uma segunda reunião entre os dias 22 e 23 de novembro.

A maioria dos migrantes diz que está fugindo da economia implodida da Venezuela. O país já foi uma das nações mais prósperas da América Latina e possui as maiores reservas de petróleo do mundo, mas uma queda nos preços da commodity, acompanhada de corrupção e má gestão, deixaram a economia em crise.

O governo nega que haja uma crise migratória e o presidente Nicolás Maduro pediu que os emigrados de seu país "parem de limpar banheiros no exterior" e voltem para casa.

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