Encontrada uma fuga no porta-aviões britânico que tem menos de um mês de serviço

© REUTERS / Peter NichollsPorta-aviões da Marinha da Grã-Bretanha HMS Queen Elizabeth
Porta-aviões da Marinha da Grã-Bretanha HMS Queen Elizabeth - Sputnik Brasil
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No porta-aviões Queen Elizabeth, o maior e mais poderoso da história do Reino Unido, foi encontrada uma falha menos de um mês depois de ter entrado em serviço, informou o jornal The Guardian citando um porta-voz da Marinha Real britânica.

"Foi identificado um problema com um vedante de um veio durante as provas de mar do HMS Queen Elizabeth. Está programado para ser reparado enquanto ele [o porta-aviões] se encontra em Portsmouth [sul da Inglaterra]", comunicou o porta-voz, acrescentando que esse defeito "não o impede de voltar a navegar e não afetará seu programa de ensaios no mar".

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O Queen Elizabeth, de 280 metros de comprimento e 75 de boca, tem 65 mil toneladas de deslocamento e pode alcançar uma velocidade máxima de 25 nós (46 km/h) sendo o maior navio de guerra alguma vez construído no Reino Unido.

O porta-aviões tem uma tripulação de mais de 700 homens. De acordo com o Guardian, o navio custou ao país 3,1 bilhões de libras esterlinas (US$ 4,2 bilhões, R$ 13,6 bilhões).

O porta-aviões entrou em serviço em 7 de dezembro e espera-se que passe por várias provas durante os próximos anos. Entretanto, o navio foi criticado pelos especialistas, por exemplo, porque alguns computadores do centro de controle do navio utilizam o sistema operacional obsoleto Windows XP.

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