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EUA querem desestabilizar ao máximo situação nas fronteiras russas, diz cientista político

© Foto / Domínio públicoLançamento a partir do sistema Javelin, foto de arquivo
Lançamento a partir do sistema Javelin, foto de arquivo - Sputnik Brasil
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O Departamento de Estado dos EUA aprovou o envio de sistemas antitanque Javelin e sistemas de controle de lançamentos para a Geórgia com um custo total de 75 milhões de dólares (R$ 244,2 bilhões). A decisão final será tomada pelo Congresso.

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Segundo informações vindas da agência para a cooperação em segurança incorporada na estrutura do Pentágono, a Geórgia havia solicitado anteriormente 410 sistemas Javelin e 72 instalações de controle, o contrato pressupõe também a entrega, treinamento e manutenção.

Tal venda, afirma a agência, contribuirá para a política externa e segurança nacional dos EUA por via do aumento da segurança da Geórgia. Acredita-se que os sistemas Javelin aumentarão a capacidade de defesa georgiana sem alterar o balanço das forças militares na região.

Comentando o assunto para o serviço russo da Rádio Sputnik, o cientista político Aleksei Podberezkin opinou que os EUA tentam desestabilizar ao máximo a situação nas fronteiras da Rússia.

"As entregas de armas americanas à Geórgia é algo natural para os EUA. Este passo cabe na sua estratégia de confrontação com a Rússia em todas as direções. Isso significa que tais fornecimentos, bem como as ações hostis em relação à Rússia, continuarão aumentando", frisou.

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No entanto, continuou, estas ações não são inesperadas. Ainda no governo de Mikheil Saakashvilli os EUA prepararam quatro brigadas para a ofensiva contra Ossétia do Sul.

Esta atividade em áreas de conflito, além de serem ilegais e proibidas, também contradizem a lógica das relações internacionais.

"Mas os EUA não querem relações normais. Eles incluem suas ações na estratégia de aumento da tensão ou confrontação com a Rússia. Os americanos querem desestabilizar ao máximo a situação nas fronteiras russas, e nisso podem ser ajudados pelos chamados países-satélites, como Geórgia ou Ucrânia", resumiu Podberezkin.

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