Theresa May: Líderes do G7 querem que Irã e Rússia facilitem pacificação na Síria

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A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, declarou na sexta-feira que os líderes do G7 querem que a Rússia e o Irã usem sua influência sobre a liderança síria para facilitar um cessar-fogo que leve a um "processo político genuíno".

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Os chefes dos países do Grupo dos Sete (G7) têm uma visão comum de que o Irã e a Rússia, como estados que apoiam o governo do presidente sírio, Bashar Assad, devem exercer sua influência para se esforçar para a solução do conflito sírio, disse May.

"Concordamos que seria impossível vencer o terrorismo sem um acordo político que levante uma transição estável para o presidente Assad. Congratulamo-nos com o progresso em direção à escalação, mas [deixou] claro que os defensores do regime, a Rússia e o Irã, devem usar sua influência para alcançar um cessar-fogo que leve a um processo político genuíno", disse May em uma conferência de imprensa realizada no seguimento do encontro dos líderes.

A Síria está em estado de guerra civil há seis anos, com as forças do governo lutando contra ambos grupos de oposição sírios que se esforçam para derrubar Assad e numerosos grupos extremistas e terroristas, como o Daesh e Fateh al-Sham, ambos proibidos na Rússia.

Rússia e Turquia são os garantidores de um regime nacional de cessar-fogo na Síria que entrou em vigor em 30 de dezembro de 2016 e, em 6 de maio de 2017, os dois países e Irã assinaram um memorando sobre o estabelecimento de quatro zonas de segurança na Síria como parte do processo de paz discutido em Astana.

Atualmente, o G7 envolve o Canadá, a França, a Alemanha, a Itália, o Japão, o Reino Unido e os Estados Unidos. A Rússia foi membro do grupo por 16 anos até 2014, quando os sete estados boicotaram a cúpula do G8 em Sochi, citando desentendimentos sobre a crise ucraniana.

A reunião do G7, prevista para 26 a 27 de maio, é realizada na cidade italiana de Taormina.

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