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Lava Jato: França investiga se houve propina por submarino nuclear

© AFP 2021 / LIONEL BONAVENTURELuiz Inácio Lula da Silva e Nicolas Sarkozy, ex-presidentes de Brasil e França, durante um encontro em Paris em setembro de 2011
Luiz Inácio Lula da Silva e Nicolas Sarkozy, ex-presidentes de Brasil e França, durante um encontro em Paris em setembro de 2011 - Sputnik Brasil
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A Justiça francesa está investigando se pagamentos de propina podem ter ajudado o país europeu a vencer a disputa para vender submarinos ao Brasil em 2008, segundo revelou a mídia da França neste sábado.

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De acordo com o jornal Le Parisien, a Procuradoria Financeira Nacional francesa deu início a uma investigação a respeito de "propinas [pagas] a autoridades públicas estrangeiras". A apuração envolvia o contrato assinado em 2008 entre os dois países.

A assinatura do contrato para compra dos submarinos aconteceu durante uma visita do então presidente francês Nicolas Sarkozy ao Brasil, relembrou a publicação. O presidente brasileiro na ocasião era o petista Luiz Inácio Lula da Silva.

O Brasil encomendou um submarino nuclear e quatro submarinos de ataque convencional Scorpene, fabricados pela DCNS, um grupo industrial francês especializado em defesa naval e energia, em colaboração com a empresa naval espanhola Navantia.

Segundo a Agência AFP, um porta-voz da DCNS negou qualquer irregularidade no caso, afirmando que a empresa "respeita a lei em todo o mundo".

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De acordo com uma fonte ligada à Presidência francesa, 4,1 bilhões de euros do contrato de 6,7 bilhões ficariam com a França, enquanto o restante dos recursos seria distribuídos pelo serviço de companhias brasileiras envolvidas na construção dos submarinos.

A questão dos submarinos também está no radar da Operação Lava Jato. Em delações premiadas homologadas neste ano, cinco executivos da Odebrecht revelaram que R$ 31 bilhões ligados ao submarino nuclear viraram propina para militares e dinheiro de caixa 2 para o PT.

A DCNS foi mencionada pelos executivos. A empresa francesa teria procurado a Odebrecht para participar como parceira do projeto e orientou que repasses ilegais fossem feitos a um operador da firma no Brasil: o lobista José Amaro Ramos. Este faria a distribuição aos demais envolvidos.

O projeto do submarino nuclear e dos demais submarinos convencionais segue em andamento e a Marinha brasileira estima que esteja 100% concluído em 2027.

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