Chefe da Chechênia acusa mídias de provocações e mentiras sobre república

© Sputnik / Said Tsarnaev / Abrir o banco de imagensO líder interino da República de Chechênia Ramzan Kadyrov
O líder interino da República de Chechênia Ramzan Kadyrov - Sputnik Brasil
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Durante uma reunião com o presidente russo, Vladimir Putin, no Kremlin, o chefe da República da Chechênia, Ramzan Kadyrov, referiu-se às matérias sobre assassinato de civis como provocativas e mentirosas.

Líder da Chechênia, Ramzan Kadyrov - Sputnik Brasil
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"Gostaria de dizer para o senhor que os artigos provocativos sobre a República da Chechênia quanto aos acontecimentos realizados lá, que alegadamente praticamos encarceramento, 'pessoas boas' escrevem que encarceramos na nossa república. Dá vergonha até de falar sobre isso. Que alegadamente teriam detido pessoas e matado elas. Chegaram até a divulgar sobrenome de uma [destas pessoas]", afirmou Kadyrov ao presidente da Rússia.

Segundo o dirigente checheno, o "morto" mencionado nas publicações foi encontrado em casa são e salvo. Deste modo, segundo assinalou o chefe da República da Chechênia, os jornalistas primeiramente insultaram "o protagonista" do artigo, e, depois "laçaram ameaças de tal forma, que as autoridades do país teriam assassinado, mas, no fim das contas, ele está são e salvo em casa".

"Fatos do tipo sem confirmação aparecem na república duas ou três vezes por ano", adiantou.

No início de abril, o jornal russo Novaya Gazeta publicou uma matéria na qual se afirmava que na Chechênia estariam detendo residentes com orientação sexual "diferente". O porta-voz de Kadyrov rechaçou tais informações e afirmou que na república os homens "possuem uma só orientação" que pode ser avaliada pela alta taxa de natalidade.

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