EUA: responsabilidade de Assad pelo ataque químico é provada por materiais secretos

© AFP 2022 / Omar haj kadourDestruições em um hospital na cidade de Khan Sheikhun no noroeste da província síria de Idlib, após o ataque químico em 4 de abril de 2107
Destruições em um hospital na cidade de Khan Sheikhun no noroeste da província síria de Idlib, após o ataque químico em 4 de abril de 2107 - Sputnik Brasil
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A administração norte-americana tirou a conclusão sobre participação das autoridades sírias do ataque químico contra civis se baseando em dados secretos, disse a representante permanente dos EUA junto à ONU Nikki Haley.

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Anteriormente, a oposição síria informou sobre várias vítimas de um ataque químico na província de Idlib, atribuindo a culpa ao exército do governo sírio. Na terça-feira, uma fonte do exército sírio afirmou à Sputnik que o exército sírio não possuía armas químicas e que as alegações do ataque em Idlib poderiam fazer parte da propaganda anti-Damasco.

Os EUA lançaram 59 mísseis de cruzeiro contra a base aérea de Shayrat que abrigava alegadamente as armas químicas.

"Durante nossas reuniões [da administração norte-americana] nesta semana, fomos informados sobre as provas, nos mostraram as provas, o presidente viu as provas. Todas elas são, é claro, classificadas, mas estou certa que quando eles [inteligência dos EUA] puderem os desclassificar, eles o vão fazer", disse Haley na entrevista à CNN falando sobre o envolvimento do presidente sírio Bashar Assad no ataque químico.

A embaixadora adicionou que o diretor da CIA Mike Pompeo tinha entrado em contato com seus homólogos internacionais e "compartilhou as provas e informações de que dispunha".

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