EUA criam lista de medidas contra Coreia do Norte

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O Conselho da Segurança Nacional dos EUA elaborou uma lista de possíveis medidas para fazer frente ao programa nuclear e de mísseis da Coreia do Norte, informou a agência Reuters citando um alto funcionário deste país.

A elaboração do documento, que inclui uma série de medidas econômicas e militares, foi acelerada nas vésperas da reunião do presidente dos EUA Donald Trump com o presidente chinês Xi Jinping, que está prevista para 6-7 de abril. As recomendações incluem a introdução de novas sanções bem como o aumento da pressão sobre a China para que esta chame o seu vizinho à razão, disse o funcionário.

Fontes comunicaram à agência que a lista inclui sanções duras destinadas a excluir a Coreia do Norte do sistema financeiro global. Isso pode envolver "sanções secundárias" contra os bancos e empresas chinesas que realizam atividades comerciais com Pyongyang, disse a agência Reuters.

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O funcionário observou que Trump pode alertar Xi Jinping sobre essas medidas, bem como sobre a intenção de melhorar os sistemas de defesa antimíssil do Japão e da Coreia do Sul, intenção à qual a China se opõe.

A lista prevê ainda intensificar os ataques cibernéticos contra a Coreia do Norte, relata a agência, citando outra fonte.

Ainda não está claro se o documento já foi apresentado ao presidente Trump e com que rapidez ele tomará decisões quanto a questão, disse a agência.

Em uma entrevista com ao Financial Times, Trump declarou que vai tomar medidas unilaterais para eliminar a ameaça nuclear da Coreia do Norte, se a China não aumentar a pressão sobre Pyongyang. O presidente também disse ao jornal que tenciona discutir com o presidente chinês, Xi Jinping, a crescente ameaça representada pelo programa nuclear da Coreia do Norte. Ele também observou que vê a China como um país com "uma grande influência sobre a Coreia do Norte".

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Desde o início deste ano, militares norte-coreanos tem repetidamente realizado lançamentos de mísseis balísticos. O último lançamento de quatro mísseis, provavelmente de um novo tipo, foi realizado no início de março de 2017. Três deles caíram dentro da zona económica exclusiva do Japão. De acordo com o Ministério da Defesa do Japão, o míssil atingiu uma área no mar do Japão (também conhecido como o mar de Leste) 300-350 quilômetros a oeste da península de Oga, na província de Akita. Não foi registrado nenhum dano material na sequência do lançamento.

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