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'EUA mostram impotência agressiva no mar do Sul da China'

© REUTERS / KyodoGrupo de ilhas disputadas no mar do Sul da China: Uotsuri, Minamikojima e Kitakojima denominados Senkaku no Japão e Diaoyu na China (foto de arquivo)
Grupo de ilhas disputadas no mar do Sul da China: Uotsuri, Minamikojima e Kitakojima denominados Senkaku no Japão e Diaoyu na China (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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O congressista americano Ted Yoho analisou num artigo no National Interest as possíveis ações dos EUA em resposta ao desenvolvimento da infraestrutura militar chinesa no mar do Sul da China.

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Yoho analisa exaustivamente a situação existente e o arsenal dos EUA e tenta propor possíveis ações de resposta ao avanço chinês na região. O artigo de Ted Yoho mostra que na realidade as possibilidades dos EUA são bastante limitadas, sublinhou o especialista militar Vasily Kashin numa entrevista à Sputnik China.

Yoho assinalou que as medidas de resposta podem ser unilaterais, porque os EUA não conseguirão obter ajuda dos países da região – a China está realizando uma política bem-sucedida na Associação de Nações do Sudeste Asiático. As outras hipóteses de Ted Yoho, segundo Vasily Kashin, não fazem sentido.

Entre as iniciativas de Yoho há várias versões para condução de uma guerra comercial com a China. Por exemplo – a introdução de sanções contra empresas chinesas que participaram na construção de ilhas artificiais para instalações militares chinesas no mar do Sul da China.

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O papel-chave na construção destas ilhas desempenhou uma filial da empresa estatal chinesa China Communications Construction Company com o nome de CCCC Dredging. A empresa estatal não tem escolha – ela tem de realizar os projetos para fins estatais, por isso as sanções contra empresas dessas serão simplesmente inúteis ou poderão levar a uma verdadeira guerra comercial.

A proposta para limitar os laços militares com a China, retirando o convite para participar das manobras RIMPAC 2018, também não corresponde à política atual dos EUA, que querem alcançar mais transparência nas relações desenvolvendo laços militares com a China. A ideia de convidar Taiwan para as manobras não enfraquecerá a China, mas irá enfurecê-la.

Kashin sustenta que há um plano de Ted Yoho realmente perigoso – é o plano de lançar os navios de guerra para a zona das ilhas artificiais, ignorando as regras de passagem inofensiva. Neste caso, será possível uma resposta de força da China com uma posterior crise. Vasily Kashin pensa que se acontecer um conflito inesperado no mar do Sul da China, os chineses estarão em vantagem.

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Em geral, as medidas de guerra econômica serão insuficientes, o que se revelou quando o Ocidente introduziu sanções contra a Rússia durante a crise na Ucrânia, por isso as ações possíveis dos EUA mais uma vez irão provocar o cansaço de Washington no Leste da Ásia. Isto não ajudará a punir a China, mas apenas vai contribuir para promover os interesses chineses.

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