'Não tenho problemas em pegar o dinheiro e tratar de quaisquer ataques'

© AFP 2022 / Paul J. Richards / AFP Hillary Clinton durante o primeiro debate presidencial na Universidade de Hofstra, EUA, 26 de setembro de 2016
Hillary Clinton durante o primeiro debate presidencial na Universidade de Hofstra, EUA, 26 de setembro de 2016 - Sputnik Brasil
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Assessores principais da campanha da presidenciável do Partido Democrata norte-americano, Hillary Clinton, aceitaram alegadamente contribuições de cidadãos norte-americanos que representam países ou indivíduos estrangeiros, segundo consta em e-mails vazados.

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Em 2015, o diretor financeiro da campanha de Clinton enviou e-mails aos outros assessores da candidata para tomarem a decisão se deviam permitir ou não aos lobistas de governos estrangeiros recolher dinheiro para campanha. A lei norte-americana proíbe aos candidatos presidenciais aceitar dinheiro de doadores estrangeiros. Entretanto, segundo a mídia local, os candidatos podem receber dinheiro de cidadãos norte-americanos que representem países e indivíduos estrangeiros.

"Não tenho problemas em pegar o dinheiro e tratar de quaisquer ataques. Concordam?", disse Robby Mook, administrador da campanha de Clinton, em um e-mail vazado.

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Mook declarou que foi convencido por Marc Elias, conselheiro geral da campanha, que propôs que se tratasse do assunto "caso a caso", o que tornaria isso uma coisa "subjetiva".

"Ao avaliarmos se devemos aceitar o dinheiro, devemos analisar as relações entre esse país e os EUA, suas relações com o Departamento de Estado durante a chefia de Hillary e sua relação, se existir, com a fundação. Ao avaliar um indivíduo, analisaremos a história do seu suporte a candidatos políticos em geral e às anteriores campanhas de Hillary, em particular", escreveu Elias aos outros assessores de Clinton.

Segundo Karuna Seshasai, cujo papel na campanha alegadamente não é claro, esses agentes estrangeiros incluem o Iraque, Azerbaijão, Egito, Líbia, Emirados Árabes Unidos e Líbia, entre outros.

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