Consórcio russo repassa dados sobre situação no local da catástrofe do Boeing malaio

© AP Photo / Mstyslav ChernovInvestigadores internacionais trabalham no lugar do acidente do voo MH17
Investigadores internacionais trabalham no lugar do acidente do voo MH17 - Sputnik Brasil
Nos siga noTelegram
Os especialistas da Fábrica Eletromecânica de Lianozovo, que faz parte do consórcio russo Almaz-Antey, após analisarem informações de arquivos, descobriram materiais adicionais referentes à catástrofe do Boeing malaio do voo MH17 ocorrida em 17 de julho de 2014 no leste da Ucrânia.

Segundo o site oficial do consórcio, se trata das imagens primárias não processadas do espaço aéreo que foram tiradas por radares. Os dados encontrados podem representar interesse para os investigadores do grupo internacional Bellingcat.

Todas as informações primárias dos radares guardadas na Fábrica Eletromecânica de Lianozovo foram repassadas aos órgãos competentes russos e no momento estão sendo analisadas para seu envio posterior à parte holandesa.

Possíveis sinais de estilhaços de um míssil nos destroços do MH17 - Sputnik Brasil
Ocidente usa todos os meios para condenar a Rússia
Cabe destacar que em julho de 2016 o Comitê de Investigações da Rússia dirigiu uma solicitação oficial ao consórcio russo Almaz-Antey pedindo para conceder todas as informações referentes à catástrofe do avião. As respectivas diretivas foram encaminhadas às empresas que fazem parte do consórcio, inclusive à Fábrica Eletromecânica de Lianozovo acima mencionada.    

Em 14 de setembro, o jornal russo Novaya Gazeta publicou um artigo relativamente à catástrofe do Boeing malaio revelando os erros e absurdos básicos que o grupo Bellingcat usa na sua crítica ao consórcio.

Equipes de resgate no local da queda do MH17 no leste da Ucrânia - Sputnik Brasil
Dois anos depois de MH17: foi um acaso ou ação planejada?
Logo após a catástrofe, a mídia divulgou a versão de que a causa da queda do MH17 foi não apenas um míssil Buk, mas especificamente um novo tipo de míssil russo – o 9М317 — que só a Rússia tem, mas não a Ucrânia.

O primeiro teste realizado pela Almaz-Antey permitiu negar a versão apresentada pela acusação internacional de que foi usado um míssil 9М38М1 com ogiva 9Н314М1 (única com peças em duplo T). O segundo permitiu provar a versão de que de fato foi usado um míssil 9М38 com ogiva 9Н314 (sem duplo T).

Feed de notícias
0
Para participar da discussão
inicie sessão ou cadastre-se
loader
Bate-papos
Заголовок открываемого материала