Ocidente usa todos os meios para condenar a Rússia

© Sputnik / Andrei Stenin / Abrir o banco de imagensPossíveis sinais de estilhaços de um míssil nos destroços do MH17
Possíveis sinais de estilhaços de um míssil nos destroços do MH17 - Sputnik Brasil
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Mais de dois anos atrás, em 17 de julho de 2014, ocorreu a catástrofe com o Boeing malaio do voo MH17. Até agora continuam os debates sobre o que realmente aconteceu.

A investigação do consórcio russo Almaz-Antey, que produz os mísseis Buk (segundo os relatórios, o avião foi abatido usando mesmo este míssil), destaca os erros e absurdos que cometeu o grupo internacional Bellingcat, que crítica o consórcio e assegura que o avião foi abatido usando um novo tipo de míssil – o 9М317 — que só a Rússia tem, mas não a Ucrânia.

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Neste momento muitos portais da mídia russa revelam relatórios AntiBellingcat, por exemplo, a edição online Segodnya divulgou a coletânea "Falsificação de fontes abertas sobre MH17: dois anos depois" em russo e inglês. Isto é a resposta do grupo de bloggers russos ao relatório final do Bellingcat de 15 de julho de 2016, que contém alusões à conivência da Rússia com a catástrofe.

As matérias dos especialistas russos mostram de modo patente que os documentos, vídeos, fotos e depoimentos do grupo Bellingcat são uma completa falsificação.

Assim, vemos uma tentativa de manipular a opinião pública internacional para apresentar a Rússia sob uma luz negativa — se o míssil era russo, então é a Rússia a culpada. Esta versão antirrussa deve se tornar mesmo uma base do relatório oficial sobre o acidente aéreo, que foi anunciado para o dia 28 de setembro de 2016.

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