'Imprudência que levou aos acontecimentos de 11 de setembro aumentou e continua reinando'

© AFP 2022 / BRANDON BREWER / US COAST GUARD Nova York destruida depois dos atentados terroristas em 11 de setembro (arquivo)
Nova York destruida depois dos atentados terroristas em 11 de setembro (arquivo) - Sputnik Brasil
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Ex-conselheiro dos senadores republicanos Jim Jatras acredita que cidadãos americanos estão menos livres e menos seguros depois da tragédia de 11 de setembro.

De acordo com Jatras, a antiga e a atual administrações dos presidentes dos EUA diminuíram a importância de assuntos da segurança interna como, por exemplo, a definição da ameaça real e nenhum deles tentou achar os responsáveis pelas "falhas" que levaram aos atentados.

"Quinze anos depois dos atentados terroristas de 11 de setembro, os americanos são menos livres e estão menos seguros. A imprudência que levou aos acontecimentos de 11 de setembro aumentou e continua reinando", disse Jatras em uma conversa com a Sputnik Internacional.

Segundo palavras dele, a situação tem chances de melhorar se Trump estiver no poder, mas se Hillary Clinton assumir a presidência tudo "piorará significativamente".

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O político frisou que, depois dos ataques terroristas de 11 de setembro, as autoridades norte-americanas tiveram a oportunidade de repensar sua política mas eles ignoraram-na.

Jim Jatras acredita que o grupo terrorista Al-Qaeda tenha surgido graças à ajuda que os EUA prestaram aos jihadistas que lutaram contra a União Soviética no Afeganistão. Depois do 11 de setembro, as autoridades americanas continuaram apoiando islamistas na luta pela independência do Kosovo em 2008 ou na derrubada dos regimes laicos no Iraque, na Líbia, no Egito e tentaram-no fazer na Síria. Obama e Bush se concentraram em determinados Estados em vez do movimento jihadista internacional, considera Jatras.

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Ele sublinha que nem Obama, nem Bush prestaram atenção suficiente à investigação do 11 de setembro.

Jatras também frisou que, depois dos atentados, ambos os presidentes dos EUA consideravam a Rússia e a China como "alvos geoestratégicos" em vez de aliados na luta contra os islamistas.

Em de 11 de setembro de 2001, os terroristas da Al-Qaeda sequestraram quatro aviões de passageiros nos Estados Unidos, batendo com dois nas Torres Gêmeos de Nova York, com outro no Pentágono e o quarto foi enviado na direção de Washington, presumivelmente para atacar a Casa Branca ou o Capitólio. Cerca de 3.000 pessoas perderam suas vidas nos ataques terroristas.

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