Às vésperas do 11 de setembro, Obama manda indireta para Trump

© AFP 2022 / BRENDAN SMIALOWSKI Presidente norte-americano Barack Obama responde às questões durante a conferência de imprensa no Pentágono, 4 de agosto de 2016
Presidente norte-americano Barack Obama responde às questões durante a conferência de imprensa no Pentágono, 4 de agosto de 2016 - Sputnik Brasil
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Às vésperas do aniversário de 15 anos dos atentados de 11 de setembro, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez um apelo para que o medo do terrorismo não vença os "valores" norte-americanos.

Segundo ele, "o país não pode seguir quem deseja dividi-lo ou reagir de uma maneira que afete o tecido de sua sociedade".

O presidente dos EUA Barack Obama faz caretas enquanto fala com a chanceler alemã, Angela Merkel (não ilustrada), durante a cerimônia de abertura da Cúpula do G20, Hangzhou em 04 de setembro de 2016. - Sputnik Brasil
Obama volta a chamar Trump de desqualificado
A declaração foi considerada como uma indireta ao candidato à presidência norte-americana pelo Partido Republicano, Donald Trump, pois este tem promovido uma campanha de forte apelo discriminatório e xenofóbico, sobretudo contra os imigrantes, e usando a ameaça do terrorismo como justificativa.

"Somente protegendo os nossos valores respeitaremos a herança daqueles que perdemos. As vítimas do 11 de setembro eram de todas as raças e de todas as religiões, de todas as cores e de todas as crenças, americanos e de todo o mundo", destacou Obama.

Ao analisar o período de combate ao terrorismo desde o atentado às Torres Gêmeas, Obama disse que os EUA deram um "golpe devastador" na liderança da Al Qaeda, responsável pelos atentados, a partir da morte de Osama bin Laden. 

"E a propósito do Estado Islâmico e daquilo que resta da Al Qaeda, os destruiremos", completou. 

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