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PSDB, DEM e PPS devem entrar no STF contra manutenção de direitos políticos de Dilma

© Marcos Oliveira/ Agência Senado / Abrir o banco de imagensComissão Especial do Impeachment 2016 realiza reunião de instalação e eleição do presidente e do relator. Na foto: Os senadores Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB).
Comissão Especial do Impeachment 2016 realiza reunião de instalação e eleição do presidente e do relator. Na foto: Os senadores Aloysio Nunes Ferreira  (PSDB-SP) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB). - Sputnik Brasil
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O líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), anunciou nesta quinta-feira (1) que o partido voltou atrás e decidiu ingressar com um mandado de segurança coletivo no Supremo Tribunal Federal contra a divisão da votação do impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff, informou Agência Brasil.

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Gilmar Mendes chama de 'bizarra' a divisão da votação do impeachment de Dilma
O instrumento jurídico será assinado também pelo DEM e pelo PPS.

Ontem, os senadores dividiram a votação do julgamento de Dilma em duas partes. Na primeira, condenaram a presidenta por crime de responsabilidade à perda do mandato. Na segunda, rejeitaram a sanção de perda da função pública por oito anos, permitindo que Dilma volte a atuar no setor público, inclusive como gestora, se for o caso.

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Advogado de Dilma quer novo julgamento do impeachment
Para os senadores tucanos, a segunda decisão do Senado não poderia ter sido aprovada, uma vez que a sanção de perda da função pública faz parte da condenação no impeachment. No entanto, ontem, segundo Cunha Lima, o PSDB e o DEM tinham entendido que a vitória maior tinha sido conquistada com o afastamento definitivo de Dilma e tinham decidido não questionar a segunda votação no STF.

Hoje, no entanto, os senadores mudaram de posição depois que o PT acionou a Suprema Corte questionando todo o julgamento e pedindo sua nulidade.

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