O que esperar da nova estação espacial desenvolvida pela China

© Sputnik / Ilya BogachevExibição de modelos pequenos de foguetes chineses
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A China está desenvolvendo um projeto para construir a sua própria estação espacial a partir de 2018. Batizado de “Tiangong”, o laboratório orbital deverá ser uma alternativa para a Estação Espacial Internacional (ISS).

A ilha chinesa de Hainan, no sul do país, foi palco do lançamento bem-sucedido do foguete Longa Marcha-7 no último dia 25 de junho. O lançador, que tem capacidade para transportar até 13,5 toneladas, será usado para levar material da Terra para a futura estação espacial chinesa, segundo informou a agência oficial Xinhua.

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Este ano promete ser histórico para o desenvolvimento do Tiangong. A Agência Espacial chinesa planeja lançar o módulo orbital de pesquisa Tiangong-2 em setembro, para formar a base onde a nave espacial tripulada Shenzhou-11, que vai para o espaço em outubro, deverá atracar. Dois astronautas passarão um mês na Tiangong-2.

A estação será localizada a cerca de 400 quilômetros da Terra, e terá sempre três astronautas a bordo, sendo que a tripulação deverá ser trocada a cada seis meses. 

A principal diferença entre Tiangong, cuja construção deve ser completada em 2022, e a ISS, é o fato de que estação espacial chinesa terá dois módulos de pesquisa. O desenvolvimento de novos materiais em microgravidade será um dos principais objetivos da missão.


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