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Governo Temer comemora 1ª vitória

© AFP 2022 / EVARISTO SAPresidente interino da República Federativa do Brasil Michel Temer
Presidente interino da República Federativa do Brasil Michel Temer - Sputnik Brasil
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A alteração da meta fiscal do governo este ano foi aprovada na madrugada de hoje (25) pelo Congresso Nacional após mais de 16 horas de discussão e obstruções duras de aliados da presidente afastada Dilma Rousseff.

Congresso Nacional Vota Nova Meta Fiscal - Sputnik Brasil
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Oposição: aprovar nova meta fiscal é dar um cheque em branco para pagar impeachment
A medida anunciada pelo presidente em exercício Michel Temer, sendo aprovada pelo plenário do legislativo, autoriza para que o país encerre o ano com um déficit de orçamento de R$ 170,5 bi. A votação foi considerada como o primeiro teste do governo interino no Congresso em meio a crise político-econômica no país. O aval dos parlamentares marca a 1ª vitória da nova gestão e traz alivio às autoridades, que logo depois de assumirem as pastas, enfrentaram uma série de turbulências.

Além de ser simbólica, a aprovação da nova meta defendida pelo ministro da Fazenda Henrique Meirelles como "realista", permite governo federal de não cortar despesas extra de 137,8 bilhões, o que travaria a maquina pública. Resumindo, se a matéria não fosse aprovada a implementação dos projetos peemedebista para recuperar a economia seria inviabilizada.

Em pronunciamento na manhã de ontem (24) Temer pediu os esforços dos congressistas para "ajudar a tirar o país da crise", dando ênfase na prioridade deste projeto.

Ministro do Planejamento Romero Jucá e presidente interino Michel Temer - Sputnik Brasil
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Congresso Nacional discute revisão da meta fiscal de R$170 bi defendida por Temer e Jucá
O presidente do Congresso, Renan Calheiros, agilizou a votação da nova meta fiscal. A sessão parlamentar aberta às 11h30, mesmo que o senador conseguiu evitar a votação dos destaques separadamente e rejeitou os em votação simbólica, se arrastou por mais de 16 horas, devido à necessidade de analisar em primeiro lugar 24 vetos presidenciais que impediam a análise de novos projetos.

Entretanto, as dificuldades do PMDB diante da oposição pró-Dilma (que pediu diversas vezes que a matéria fosse votada na Comissão Mista de Orçamento) foram superadas na votação — congressistas da base Temer conseguiram manter o quórum alto e superaram as manobras regimentais dos oposicionistas para comemorar o resultado favorável ao novo governo.

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