NASA cria novos robôs-vermes

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Engenheiros da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço dos EUA (NASA na sigla em inglês) trabalham na criação de robôs de nova geração para estudar o Sistema Solar.

Os novos robôs deverão se mover na superfície de outros planetas sem usar rodas, mas com um sistema de locomoção que imita os movimentos dos vermes, amebas ou lesmas.

A respetiva informação foi divulgada pelo Centro de Pesquisa da NASA Langley.

“Robôs amorfos [sem forma determinada] são úteis em ambientes arenosos e com poeira, nos quais a maior mobilidade, mudança passiva de forma e imunidade à poeira e contaminação são importantes”, divulgou o comunicado do centro.

Desde a introdução do primeiro rover, o soviético Lunokhod, a construção de equipamento deste tipo quase não mudou – rovers são máquinas com muitas rodas que se movem sobre o solo dos planetas, muito semelhante aos seus análogos "comuns" na Terra.

A mobilidade destes robôs continua limitada, eles não podem subir declives inclinados, descer desfiladeiros demasiado estreitos e, em geral, isso obriga os operadores a gerir estas máquinas com muito cuidado.

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Cabe mencionar que, por razão de pouca capacidade de manobra, o rover Curiosity é obrigado a ser mover em marcha a ré por as rodas da frente estarem avariadas.

Os novos robôs que estão sendo desenvolvidos pela NASA deverão imitar pela sua construção e princípio de funcionamento vários seres vivos do mar e da terra do nosso planeta.

A base destas máquinas é um líquido com alta viscosidade existente dentro do robô por meio de um conjunto especial de bombas e canais. 

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O movimento do líquido faz o robô "rastejar", mudar de curso ou de forma.

Outros modelos preveem a existência de várias "bolhas" contendo um líquido especial com esferas. Estas reagem a impulsos eletromagnéticos e se movimentam, fazendo assim o robô mover.

A inovação também pode ser usada na Terra em várias operações de resgate em regiões perigosas ou de difícil acesso.

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