Pentágono aumenta número de programas confidenciais

CC BY 2.0 / Força Aérea dos EUA / Lockheed Martin, another leader in the industry with its F-35, F-22, F-16, F-117, and C-130s saw shares grow more than 3.53%.
Lockheed Martin, another leader in the industry with its F-35, F-22, F-16, F-117, and C-130s saw shares grow more than 3.53%. - Sputnik Brasil
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Com receio de quem possa vê-los, o Pentágono decidiu classificar como confidenciais novos projetos - uma medida que analistas políticos afirmam adicionar gastos desnecessários.

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O Departamento de Defesa dos Estados Unidos pode aumentar o número de programas que mantém como confidenciais, revelou o Defense News.

Oficiais do setor de Defesa dos EUA alegam que a medida tem como objetivo evitar que hackers acessem dados sobre novos projetos como o bombardeiro de longo alcance. Analistas acreditam que a medida adiciona custos sem criar garantias reais de segurança.

“Em geral, o departamento está adotando uma postura que tenta fazer mais para proteger nossa informação”, afirmou o chefe de aquisições do Pentágono, Frank Kendall, ao Defense News.

A política foi usada para o novo bombardeiro de longo alcance. Assim, não se revela nada sobre peças, fabricantes ou os custos do projeto, o que torna mais difícil o acompanhamento.

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“Estamos tentando controlar gastos. Se você superconfidencializa, como consegue ir a reuniões? Você de repente impõe a necessidade de instalações e gastos confidenciais, e isso adiciona custos a programas em que estamos tentando controlar gastos”, opinou Rebecca Grant, oficial da Força Aérea.

Outra questão para os fabricantes do setor de Defesa é o requerimento necessário para que seus funcionários sejam autorizados a ter acesso a dados confidenciais, um processo demorado e caro até para grandes empresas.

Segundo o Defense News, a indústria militar chinesa revelou recentemente o “JF-31, uma cópia clara do F-35”. Fabricantes americanos como a Lockheed Martin alegam já terem sido hackeados no passado.

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