Opinião: luta contra Estado Islâmico é uma guerra de todos

© Sputnik / Michael Alaeddin / Abrir o banco de imagensExército sírio lança ofensiva contra o Estado Islâmico no norte da província síria de Hama
Exército sírio lança ofensiva contra o Estado Islâmico no norte da província síria de Hama - Sputnik Brasil
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A luta contra o Estado Islâmico deve ser “uma guerra de todos, não se deve falar de medidas unilaterais”. Quem afirma é o ex-oficial de inteligência do Estado espanhol e analista-consultor de segurança sobre Síria e Estado Islâmico, Luis Munar Duran.

A luta contra o Estado Islâmico deve ser “uma guerra de todos, não se deve falar de medidas unilaterais”. Quem afirma é o ex-oficial de inteligência do Estado espanhol e analista-consultor de segurança sobre Síria e Estado Islâmico, Luis Munar Duran. 

O especialista acredita que, como disse o Papa Francisco, "esta é a Terceira Guerra Mundial", mas também garante que uma resposta limitada na esfera militar "não é suficiente".

"Fala-se de um mundo global, mas existe a globalização apenas para certas coisas, e também se esquece que o Estado islâmico não é mais um câncer localizado, infelizmente, houve metástase, e eles estão aqui", alerta o especialista.

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Munar acredita que a "doença" deve ser combatida com “guerra econômica, midiática, psicológica, além da militar". 

Nesta situação, o analista acredita que devemos aplicar "uma vacina para prevenir o nascimento de novos elementos deste grupo, tanto no terreno deles como no Ocidente, onde eu acho que já estão bem estabelecidos, e assim causar a extinção".

No entanto, o especialista não se mostrou muito convencido de que, no final, haja uma ação de resposta global e coordenada.

"Há muitos interesses, talvez seja tempo para um acordo, mas parece complicado", diz ele.

Munar acrescenta que em matéria de inteligência “não se pode negar” que “tem existido uma cooperação Ocidente-Rússia em relação ao fenômeno terrorista, mas não com a dinâmica que deveria”. 

 

 

 

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