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Moscou: Relatos sobre russos mortos na Síria são parte da guerra informacional

© Sputnik / Anton Denisov / Abrir o banco de imagensPorta-voz da chancelaria russa, Maria Zakharova
Porta-voz da chancelaria russa, Maria Zakharova - Sputnik Brasil
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Os relatos midiáticos sobre os russos supostamente mortos na Síria devido a um ataque aéreo são apenas parte da guerra de informação, segundo as palavras da porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.

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Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (21), a diplomata afirmou que relatos como o veiculado ontem (20) pela agência de notícias Reuters – de que três russos teriam morrido na Síria lutando ao lado das forças governamentais de Damasco – não passam de exemplos da “agressão informacional”.

"O problema é que a Reuters não fez uma única ligação para o Ministério das Relações Exteriores [da Rússia] enquanto estavam escrevendo esta história", disse a porta-voz da chancelaria.

Segundo Zakharova, as agências do governo russo teriam de verificar qualquer relato sobre um cidadão russo morto no exterior se fossem consultadas por uma organização midiática. "Eles simplesmente não nos ligaram", ressaltou.

"Porque eles sabem que vamos verificar isso, vamos apresentar a nossa posição e eles simplesmente não vão ter nada sobre o que escrever", acrescentou ela.

A Reuters alega que uma "alta fonte do governo" passou à agência a informação sobre os três russos mortos na Síria. A Embaixada da Rússia em Damasco descreveu o artigo como “desinformação”, e o Ministério da Defesa da Rússia emitiu um comunicado afirmando que as forças russas não sofreram nenhuma baixa na operação.

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Desde 30 de setembro, a pedido do presidente sírio, Bashar Assad, a Rússia realiza ataques aéreos contra posições do Estado Islâmico na Síria. Durante este período, as forças aeroespaciais lançaram quase 690 ataques, matando centenas de militantes, destruindo dezenas de centros de controle, armazéns e outras instalações terroristas. Além disso, 26 mísseis de cruzeiro foram disparados de navios da Frota do Mar Cáspio, atingindo alvos terroristas na Síria, segundo dados apresentados pelo Ministério da Defesa russo.

A coalizão internacional liderada pelos EUA realiza ataques contra o Estado Islâmico desde setembro de 2014. 

 

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