09:36 23 Junho 2021
Ouvir Rádio
    Sociedade
    URL curta
    Mundo em meio à pandemia da COVID-19 no fim de maio de 2021 (61)
    130
    Nos siga no

    O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou uma proposta para acabar com a pandemia de COVID-19, com um aporte total de US$ 50 bilhões (cerca de R$ 267,3 bilhões).

    A ideia é vacinar pelo menos 40% da população de todos os países até o final de 2021 e deixar, no mínimo, 60% do mundo imunizado até o primeiro semestre de 2022.

    Em uma cúpula da saúde organizada pela Comissão Europeia e pelo G20, a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, afirmou que as economias mais ricas seriam não só as maiores financiadoras do projeto, mas também as mais beneficiadas no longo prazo.

    "As economias avançadas, solicitadas a contribuir mais para este esforço, provavelmente veriam o maior retorno sobre investimento público na história moderna, capturando 40% dos ganhos do PIB e cerca de US$ 1 trilhão [R$ 5,35 trilhões] em receitas fiscais adicionais", afirmou Georgieva, conforme noticiado pela Reuters.
    Logotipo do Fundo Monetário Internacional (FMI), em foto de 12 de outubro de 2018
    © REUTERS / Johannes P. Christo
    Logotipo do Fundo Monetário Internacional (FMI), em foto de 12 de outubro de 2018

    Pelos cálculos do FMI, o plano ajudaria a injetar o equivalente a US$ 9 trilhões (R$ 48,1 trilhões) na economia mundial até 2025 devido a uma retomada mais rápida da atividade econômica.

    De acordo com o projeto, US$ 35 bilhões (R$ 187,1 bilhões) seriam pagos por meio de doações de países ricos, doadores privados e multilaterais.

    Os US$ 15 bilhões (R$ 80,2 bilhões) restantes precisariam ser financiados por governos nacionais, com juros baixos, ou até sem juros, em condições disponíveis nos bancos multilaterais de desenvolvimento.

    Tema:
    Mundo em meio à pandemia da COVID-19 no fim de maio de 2021 (61)

    Mais:

    Geração COVID-19: alta no número de jovens 'nem-nens' deve deixar cicatriz para além da pandemia
    Depoimento do ex-ministro Pazuello reforça a tese de omissões do governo federal durante a pandemia
    Argentina vai reforçar lockdown à medida que pandemia se intensifica no país
    Tags:
    aporte financeiro, pandemia, novo coronavírus, COVID-19, mundo, economia, FMI
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar