21:34 03 Dezembro 2020
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    Pesquisadores descobriram que doença cardíaca, ou aterosclerose, existia há pelo menos 4.000 anos a.C.

    O grupo de pesquisa HORUS analisou 137 múmias do século XVI de três continentes através das variações do estilo de vida e costume, sendo que 34 delas tinham calcificação arterial, indicando a presença de doença cardíaca.

    O mais interessante é que os problemas surgiram mesmo com essas pessoas tendo uma vida saudável e uma dieta marinha, contrariando a ideia de que uma dieta com ômega-3 eliminaria o risco de doença no coração.

    Entretanto, vale ressaltar que o resultado do estudo não é totalmente conclusivo, além disso, os pesquisadores afirmam que as mortes cardiovasculares eram raras no século XX, segundo a revista Forbes.

    Crânio de múmia (foto de arquivo)
    © AFP 2020 / KHALED DESOUKI
    Crânio de múmia (foto de arquivo)

    Outros fatores poderiam ter contribuído para os problemas cardíacos entre as múmias analisadas, como, por exemplo, a fumaça produzida por incêndios utilizados pelas comunidades.

    Apesar da complexidade em entender os fatores que contribuem e elevam o risco de doenças cardiovasculares, os cientistas buscam evidências para uma melhor compreensão de como evitá-las a longo prazo.

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    Tags:
    doenças cardiovasculares, doenças, estudo, múmia
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